terça-feira, 2 de setembro de 2014

Prefeitura de Niterói apresenta projeto de Pavimentação e Drenagem da Fazendinha e Cafubá, na Região Oceânica






Com a presença do prefeito Rodrigo Neves, participamos de reunião com a comunidade do Cafubá e Fazendinha, na Região Oceânica de Niterói, para apresentar detalhes do Projeto de Pavimentação e Drenagem de praticamente todas as ruas do bairro.

Os moradores tiveram a oportunidade de fazer perguntas diretamente ao prefeito Rodrigo Neves a aos membro da sua equipe que esclareceram dúvidas sobre a obra, o seu cronograma e outros detalhes.

Também foram discutidos temas como:










segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Diversidade genética em áreas restauradas de Mata Atlântica surpreende pesquisadores

 
 
Parâmetros encontrados são semelhantes aos de remanescentes florestais. Análise teve como foco quatro espécies de plantas com potencial fitoterápico (foto: divulgação/APTA).

Ao comparar a diversidade genética vegetal de três remanescentes florestais de Mata Atlântica com a de duas áreas em processo de restauração, todas no interior de São Paulo, pesquisadores da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA) não observaram diferença significativa na maioria dos parâmetros analisados.

Apenas em termos de riqueza alélica (número de alelos diferentes para uma mesma região do genoma) e de riqueza de alelos privados (exclusivos de uma determinada população) as porcentagens encontradas nas áreas nativas foram maiores em relação às reflorestadas.

A análise, realizada com apoio da FAPESP, foi centrada em quatro espécies com potencial fitoterápico: araribá (Centrolobium tomentuosum, anti-inflamatório e anti-leishimania), cabreúva (Myroxylon peruiferum, antibiótica e analgésica), guaçatonga (Casearia sylvestris, anticancerígena) e pau-jacaré (Piptadenia gonoacantha, antioxidante).

Os dados foram apresentados pela pesquisadora Maria Imaculada Zucchi, da APTA, durante a 7ª Reunião de Avaliação do Programa BIOTA-FAPESP, realizada em São Paulo no dia 7 de agosto.

“A diversidade genética está diretamente relacionada com a longevidade de uma população e com a sua capacidade de evoluir em resposta a mudanças ambientais. No entanto, há algumas décadas, os projetos de restauração foram implantados com alta diversidade interespecífica [muitas espécies diferentes], mas pouca ou nenhuma atenção foi dada à diversidade intraespecífica [sementes oriundas de poucas matrizes de cada espécie]. Por esse motivo o resultado do estudo nos surpreendeu”, disse Zucchi.

O uso de sementes coletadas de um pequeno número de matrizes, explicou a pesquisadora, pode restringir a base genética nas áreas de restauração florestal, resultando em uma população constituída de plantas aparentadas.

“Inicialmente, não se observa nenhum problema. Contudo, ao chegar à fase reprodutiva, haverá grande número de cruzamentos entre indivíduos aparentados, causando a endogamia e podendo aumentar a frequência de alelos deletérios ou letais nessas populações, levando-as à diminuição ou ao declínio”, explicou Zucchi.

Outra consequência da utilização de plantas com base genética restrita em áreas de reflorestamento é o chamado “efeito fundador”, ou seja, o estabelecimento de uma nova população formada por um pequeno número de genótipos.

Para verificar se áreas reflorestadas de São Paulo estavam sofrendo com esse fenômeno, os cientistas da APTA e alunos do programa de Pós-graduação em Genética e Biologia Molecular do Instituto de Biologia (IB) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) coletaram amostras das quatro espécies fitoterápicas na região de Cosmópolis, em processo de restauração há 54 anos, e em Iracemápolis, em restauração há 24 anos.

Também foram feitas coletas nos remanescentes da Estação Ecológica de Caetetus, ligada ao Instituto Florestal e situada na região de Gália; na Unidade de Pesquisa e Desenvolvimento de Tietê (UPD-Tietê), da APTA; e na Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE) Mata de Santa Genebra, no município de Campinas.

Ao todo, foram coletadas 414 amostras de araribá, 182 de cabreúva, 546 de guaçatonga e 394 de pau-jacaré. Desse total, foram selecionadas 20 matrizes produtoras de sementes de cada espécie com o intuito de estudar a taxa de cruzamento. O passo seguinte foi fazer a extração de DNA das amostras, a genotipagem – por um método semelhante ao usado nos testes de paternidade humanos – e o cálculo das frequências dos diferentes alelos encontrados.

De acordo com Zucchi, não houve diferença significativa entre as áreas estudadas na maioria dos parâmetros de diversidade genética – que leva em conta vários fatores populacionais como, por exemplo, o número de indivíduos heterozigotos encontrados.

Uma diferença pequena foi encontrada nas porcentagens de riqueza alélica. No caso da guaçatonga, os números foram 64% nas áreas naturais e 36% nas áreas restauradas. Para a cabreúva, as porcentagens foram de 54% e 46%, respectivamente. Para o araribá, foram 52% e 48% e, para o pau-jacaré, 56% e 44%.

Os pesquisadores também compararam os valores dos chamados alelos privados – aqueles que são exclusivos da população estudada. Nesse caso ficou mais evidente a discrepância entre áreas sendo que, para a guaçatonga, as porcentagens foram 92% nos remanescentes em relação a 8% nas áreas restauradas. No caso da cabreúva, as porcentagens foram 74% e 26%, respectivamente. Para o araribá foram 70% e 30% e, para o pau-jacaré, 68% e 32%.

Uma possível explicação para a pouca variação nos parâmetros de diversidade genética seria a ocorrência de fluxo de genes de remanescentes para as áreas reflorestadas próximas – processo que, segundo Zucchi, ficou evidente ao analisar os dados da cabreúva.

“Os indivíduos jovens das áreas restauradas possuíam alelos que não eram comuns aos indivíduos adultos da mesma área, mas eram semelhantes aos alelos encontrados em adultos de remanescentes florestais próximos, sugerindo a ocorrência de fluxo gênico da área natural para a restaurada”, comentou a pesquisadora.

O estudo da taxa de cruzamento mostrou que as espécies estudadas apresentam sistema misto de cruzamento, ou seja, podem tanto se autofecundar (autogamia) quanto cruzar com outros indivíduos da mesma espécie (alogamia). A exceção foi o araribá, que apresentou tendência à alogamia.

“Ao elaborar um projeto de conservação, uma das primeiras coisas a serem estudadas é a taxa de cruzamento, para entender como as espécies se reproduzem. Isso é importante, por exemplo, para calcular quantas matrizes diferentes serão utilizadas em uma determinada área a fim de garantir a diversidade genética necessária”, explicou Zucchi.

Genômica populacional

Nas últimas décadas, segundo Zucchi, a restauração florestal deixou de constituir o simples plantio de árvores para recobrir uma área desmatada, transformando-se na ciência que visa a reconstruir interações ecológicas complexas em comunidades vegetais degradadas pelas ações antrópicas.

Em artigo publicado no Journal od Biotechnology and Biodiversity, pesquisadores da APTA e da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP) discutem como os conceitos de genética de populações podem contribuir para tornar as políticas de restauração ainda mais eficientes.

“Indicadores de diversidade genética de populações, associados a outras ferramentas de conservação, são importantes para que consigamos implantar áreas reflorestadas com os níveis mínimos de riqueza alélica e de diversidade genética, que auxiliarão a conexão de remanescentes naturais, restaurando os processos ecológicos e garantindo ecossistemas funcionais, biologicamente viáveis e perpetuados no tempo”, opinou Zucchi.

Por Karina Toledo, da Agência FAPESP, no EcoDebate, 01/09/2014


Fonte: ECOdebate




domingo, 31 de agosto de 2014

REGATA ARATU-MARAGOJIPE REUNIU MAIS DE 500 BARCOS. Medalhista olímpico Lars Grael vence na sua categoria


Regata coloriu a Baía de Todos-os-Santos neste sábado.

Medalhista olímpico Lars Grael vence prova na Baía

O barco Tangará II, na classe RGSB, do medalhista olímpico Lars Grael, do Rio de Janeiro, foi um dos vencedores da 45ª regata Aratu-Maragojipe, neste sábado, 30, na Baía de Todos-os-Santos.

Mais de 500 embarcações participaram da regata de 35 milhas (cerca de 60 quilômetros) de distância. Os demais vencedores foram os barcos Lacrau - classe RGSA, de Leonardo, do Iate Aratu - Bahia; e Piquenique, na classe catamarã, do capitão Mattos, do Rio de Janeiro.

A prova contou com o patrocínio da Bahiatursa e teve duração de quatro horas e 30 minutos. A largada aconteceu às 10 horas, na Baia de Aratu, para os barcos de pequena velocidade - classe Delta e Brasília 23; em seguida, às 10h30min, dos barcos intermediários - Delta 26 e Brasília 32; e, às 10h45min, as embarcações maiores, as do tipo Delta 36.

Fonte: A Tarde


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Encontro de gênios da vela, Robert Scheidt e Torben Grael relembram trajetória no esporte



http://globotv.globo.com/rede-globo/esporte-espetacular/v/encontro-de-genios-da-vela-robert-scheidt-e-torben-grael-relembram-trajetoria-no-esporte/3599038/
Clique na imagem para assistir à reportagem de Tino Marcos.

Torben Grael é o técnico da equipe olímpica, enquanto Scheidt irá tentar o tricampeonato olímpico.

Assista à bela matéria produzida pelo repórter esportivo Tino Marcos com entrevista com Torben Grael e Robert Scheidt, os dois maiores medalhistas olímpicos do Brasil.

A matéria foi ao ar no Esporte Espetacular, da Rede Globo, no sábado 30 de agosto de 2014.

Acesse o vídeo do Esporte Espetacular aqui.


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Projeto recupera restingas na orla de Niterói


Em Icaraí, há quatro pontos de extensão onde foram introduzidas espécies arbóreas, arbustivas, trepadeiras e rasteiras como pitangueiras e guriri. Fotos: Evelen Gouvêa
 
Em São Francisco, praias receberam projeto em seis pontos de extensão na praia com a restinga protegida
 
Cada praia tem sua peculiaridade, e por isso, espécies e tamanhos diferentes”. Daniel Marques, Secretário de Meio Ambiente



Praias de Charitas e Jurujuba serão contempladas com áreas de preservação da mata nativa no mês de novembro. Moradores estão satisfeitos com ação

Facilitar o controle de espécies com potencial de pragas, evitar a erosão causada pela chuva e reter a areia evitando seu carregamento pelo vento são alguns dos benefícios que o projeto de Restituição das Restingas traz às praias. Em Niterói, muitos locais foram contemplados, como as praias de São Francisco, Piratininga, Camboinhas e Itaipu. Já as praias de Charitas e Jurujuba serão as próximas a serem contempladas.

O secretário de Meio Ambiente, Daniel Marques, adiantou que a previsão de início da implantação do projeto é em novembro.

“Cada praia tem suas peculiaridades e usos e, por isso, com espécies, tamanhos e objetivos diferentes”, explica.

Na Praia de São Francisco, local que já recebeu o projeto, há seis pontos de extensão na praia com a restinga protegida. De acordo com o morador do bairro e frequentador da praia, Alexandro Gonçalves da Silva, de 40 anos, o projeto foi um pedido dos moradores há algum tempo e que agora foi realizado.

“Esse projeto é importantíssimo para a recuperação da mata nativa. A prefeitura e a comunidade têm que andar juntas. A vegetação precisa ser sempre conservada”, opina.

Em Icaraí, há quatro pontos de extensão onde foram introduzidas espécies arbóreas, arbustivas, trepadeiras e rasteiras como pitangueira, guriri e rabo de arara. Na Praia de Itaipu não foi diferente: são 480 metros quadrados de área cercada. Em cada um dos 20 cercados, foram implantadas de 15 a 20 mudas da forrageira ipomeia e uma muda de pitanga, rabo de arara, guriri, aroeira ou cacto rasteiro, totalizando 19 mudas destes tipos.

De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, a Praia de Camboinhas, assim como a Praia de Itacoatiara, é o local onde a conservação da restinga apresenta os melhores resultados.

Compensação – Quando uma empresa é sujeita à multa por crime ambiental, a dívida é abatida com a doação de mudas nativas de restinga e com a contratação de empresa para a implantação da espécie.

Segundo a lei 9605/1998 é crime ambiental destruir ou danificar florestas nativas ou plantadas ou vegetação fixadora de dunas. A pena para aqueles que cometem a infração é detenção de três meses a um ano, além de multa.

Fonte: O Fluminense




Niterói será a primeira cidade da América Latina a adotar sistema BHLS


Veja detalhes do projeto. Foto:  Arte: O Dia


Projeto com ônibus nos moldes europeus irá economizar tempo e proporcionar mais conforto para os niteroienses

Maria Inez Magalhães

Niterói - Pioneira no uso da biometria no transporte público no estado, Niterói sai na frente mais uma vez em termos de mobilidade urbana, um dos principais problemas do país. A cidade será a primeira da América Latina a implantar o BHLS (sigla em inglês para ônibus de serviço de alto nível). Orçado em R$ 310 milhões, o projeto é um dos maiores empreendimentos no setor da história da cidade. O modelo começou a ser usado na Europa em 1980.

No novo esquema, os ônibus são menores e mais baixos, refrigerados, com portas nas laterais e podem até ter wi-fi. Além de mais conforto, o BHLS permite mais agilidade no trânsito devido a um sistema especial de sinalização que prolonga o tempo do sinal à medida que o veículo vai se aproximando.

Outra particularidade é que os ônibus do BHLS podem circular tanto pelos corredores exclusivos do BRT quanto por outras vias. “Isso tem por objetivo levar o serviço aos bairros que não estão no entorno imediato do corredor, evitando também o transbordo para outras regiões”, explica o Subsecretário de Urbanismo e Mobilidade de Niterói, Renato Barandier.

O trajeto será feito pela TransOceânica, que ligará Charitas ao Engenho do Mato. A via expressa terá 9,3 quilômetros de extensão e um túnel de 1,3 quilômetro ligando Cafubá a Charitas. O BHLS vai proporcionar a integração tarifária e operacional com outros modais como a estação aquaviária de Charitas.


Apresentação dos bilhetes na estação diminui o tempo do embarque. Foto:  Divulgação

 
Outra novidade é que o embarque será nas 13 estações, a serem construídas no corredor exclusivo e onde serão feitas a bilhetagens.
O tempo estimado do trajeto entre a primeira e a última estação é de 25 minutos e a tarifa, segundo Barandier, será a mesma do ônibus convencional. Na Europa, há veículos com wi-fi, tomadas e TV.
 
“Até agora, o planejamento foi direcionado à implantação e operação do sistema. A partir do início das obras, os detalhes sobre itens de conforto dos ônibus passarão a ser discutidos”, garante o subsecretário. 

“A diferença entre esses sistemas é que o BRT é voltado para as pessoas que usam o transporte de massa e o BHLS para aqueles que usam os transportes individuais. O Brasil carece de maior qualidade de transporte público e Niterói pode espalhar essa boa prática. É uma atitude louvável”, elogia o engenheiro de transportes da Embarq Brasil, Guillermo Petzhold.

Empresários cobram mais informações

Para o BHLS, a frota inicial será de 30 ônibus, cada um custa cerca de R$ 800 mil. No entanto, empresários do setor estão preocupados, e não sabem quanto terão que gastar com a novidade.

Eles alegam que não tiveram acesso a detalhes do projeto. Em maio, eles tiveram que desembolsar R$ 17 milhões para renovar a atual frota da cidade.

O transporte individual é o meio de locomoção mais usado pelos moradores da Região Oceânica. Segundo a prefeitura de Niterói, 39% dos domicílios da área usam o carro como meio de transporte contra 23% de outras localidades. 

Já os ônibus são usados por 50% das pessoas contra 55% de outras localidades. E 3% andam de moto contra 1% de outras áreas. 

A TransOceânica vai transportar, por dia, 78 mil passageiros, beneficiando 11 bairros da Região Oceânica, num total de 68.697 habitantes.


Fonte: O Dia Niterói


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Projeto incentiva os esportes ao ar livre em vários pontos da cidade


O Parque da Cidade teve atividades promovidas pelo Projeto Motivação. Foto: Maurício Gil

Cícero Borges

O Projeto Motivação oferece um calendário cheio opções em vários pontos da cidade. No sábado, o cenário foi o Parque da Cidade, na Zona Sul de Niterói

As práticas de esporte ao ar livre são sempre uma boa pedida para um final de semana em contato com a natureza. Para alcançar esse objetivo, o Projeto Motivação oferece um calendário cheio opções em vários pontos da cidade. No sábado, o cenário foi o Parque da Cidade, na Zona Sul de Niterói. Cerca de 40 pessoas se inscreveram para participar de atividades gratuitas, entre elas ioga, slackline e caminhada ecológica.

Thais Rosa, diretora de projetos da Secretaria de Esporte e Lazer da Prefeitura de Niterói, conta que a ideia é promover o bem-estar e o contato com a natureza.

“Queremos conscientizar as pessoas sobre a importância da atividade física e tudo isso fica melhor ao ar livre”, conta Thais.



O dia começou com meditação. Depois, os participantes tiveram aula de ioga. Em seguida, acompanhadas por guardas ambientais, fizeram caminhada de cerca de uma hora até a subida da Trilha do Morro Santo Inácio. Fitas de slackline também fizeram a alegria de crianças e adultos no parque.

“Adorei. Adoro o Parque da Cidade e aproveitei para trazer meus filhos, que nunca tinham vindo. Eles adoraram também e ficaram maravilhados com a vista daqui”, conta Simone Kopp Voit, uma das participantes do evento.

O projeto terá outra edição no dia 27 de setembro, no Campo de São Bento, com capoeira e pilates solo. Em outubro, será a vez da Praia de Icaraí receber as atrações que incluem frisbee, vôlei e recreação infantil. A programação segue em novembro, no Horto do Fonseca, com caminhada, pilates solo e badminton.

As atividades são sempre gratuitas.


Fonte: O Fluminense



Venda de automóveis em Niterói cresceu 30% no primeiro semestre




Cresce venda de carros usados em Niterói

Íris Marini

Em Niterói, comercialização de seminovos subiu cerca de 30% no primeiro semestre. Alta do IPI também reduziu a compra de veículos novos

As vendas de carros usados em Niterói cresceram 30% no último semestre, segundo empresários da região. Enquanto a comercialização de carros novos perde, no momento, espaço no mercado, por conta do aumento do IPI, a venda dos usados na cidade alavanca o comércio automobilístico, acompanhando o fenômeno que acontece em todo o Brasil, segundo dados da Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto). O crescimento na venda de seminovos foi muito positivo para o mercado, como apontou o gerente da concessionária Tuninho Automóveis, Adriano Gomes. A alta ainda foi confirmada por Thales de Carvalho, um dos responsáveis pela Jussara Automóveis.

“O carro zero não é mais um bom negócio, porque, imediatamente depois da compra, ele perde no mínimo 20% do valor ao qual o adquiriu. No seminovo esta perda é menor, pois o cliente vai levar um carro em bom estado, com um ano de uso, por exemplo, e vai pagar R$ 80, R$ 85 mil, por um que valia R$ 100 mil, quando era zero quilômetro. Além disso, ele ainda vai estar na garantia. É uma economia. Sentimos uma forte alta nos últimos meses”, afirma Thales.

O gerente da Tuninho Automóveis Adriano Gomes disse que neste primeiro semestre a venda de carros usados aumentou de 20% a 30%, enquanto a de novos reduziu na loja. Para ele, o financiamento não influi na diferença de lucro entre os dois tipos. “Basta dar 30% de entrada nos dois casos, que se consegue comprar”, explicou Adriano.

Thales, no entanto, considera que o financiamento entre novos e usados influi na escolha do cliente entre os dois pelo simples fato de que nos novos a entrada precisa ser de valor muito aquém das condições da maioria dos clientes, enquanto a entrada para o seminovo tem valor alcançável pelos clientes. Ele também recomenda cautela na hora de escolher o local onde quer comprar.

“Na compra do carro seminovo é muito importante que se procure uma agência com credibilidade. Há lugares sem confiança, que vendem carros batidos e anunciam com preço baixo. Aí leva gato por lebre. Já em uma loja não há como fazer isso, porque o Procon está aí para não deixar que cometamos estas irregularidades”, garante o lojista.

Os dez mais – No ranking dos dez usados mais vendidos no País, o Gol segue líder com 100,8 mil unidades, seguido por Uno (62,1 mil) e Palio (54,9 mil). Completam as lista, Celta, Corsa, Strada, Fiesta, Fox, Siena e Classic.

O corretor de imóveis Marco de Oliveira está em busca de um carro usado, em vez de um novo, pois vê vantagem na aquisição de um veículo em bom estado.

“Não tenho preferência por um modelo específico. Na verdade, quero um carro com no máximo três anos de uso, que esteja com ótima oferta e em boas condições de uso. Já fui a várias lojas e achei o preço da Tuninho Automóveis entre os mais competitivos e vantajosos da cidade. Mas pretendo pesquisar bastante, pois meu orçamento máximo é de R$ 30 mil”, conta ele.

Outro diferencial para Thales, é que os usados, em sua loja, têm boas opções de parcelamento.

“Se der entrada de 40%, a primeira parcela vence daqui há seis meses”, garante.

Alta – Somente em julho, as vendas de carros e comerciais leves usados cresceram 22,8% em todo o País, se comparado com 2013, de acordo com a Fenauto. No mês passado houve um aumento de 7,8% em comparação com junho: foram vendidas 906,1 mil unidades, contra 840,3 mil no mês anterior.

De acordo com o presidente da Fenauto, Ilídio dos Santos, o retorno de índices positivos de crescimento era esperado depois de um período onde aconteceu uma queda nas vendas por causa da Copa do Mundo e o período de férias escolares.

“Embora ainda estejamos enfrentando dificuldades na aprovação de crédito, os financiamentos estão acontecendo em um ritmo mais constante e progressivo, o que nos oferece uma boa perspectiva de crescimento neste ano”, afirmou.

Fonte: O Fluminense