terça-feira, 30 de junho de 2015

Polícia Civil desenvolve projeto-piloto de cadastramento de bicicletas roubadas


Imagens e informações dos veículos são divulgados na internet. Delegacia de Botafogo é a primeira a receber a iniciativa



Com o objetivo de facilitar a identificação de bicicletas roubadas ou furtadas e devolvê-las aos seus proprietários, a Polícia Civil desenvolveu, em parceria com a Comissão de Segurança no Ciclismo da Cidade do Rio de Janeiro, um projeto-piloto de identificação dos veículos, que após a catalogação, são divulgados na internet.

Batizada de "Achei minha magrela", a iniciativa começou na 10ª DP (Botafogo). No total, 75 bicicletas apreendidas que estavam abrigadas na área da delegacia foram fotografadas e cadastradas, incluindo informações detalhadas sobre o equipamento, como cor, tamanho, tamanho do quadro, marca, modelo, número de série, número do registro de ocorrência, além de características específicas do transporte. Os dados e imagens das bikes foram inseridos no Cadastro Nacional de Bicicletas Roubadas (www.bicicletasroubadas.com.br), no campo de "Bicicletas Apreendidas", para permitir que as vítimas de roubo ou furto possam localizar seus equipamentos.

- Na hora do registro de ocorrência, os policiais são orientados a pedir uma foto da bicicleta e extrair a maior quantidade possível de informações sobre o veículo, para a elaboração de um cadastro detalhado que vai facilitar o trabalho da polícia na localização da bicicleta. As pessoas que visualizarem o veículo no site, entram em contato com a polícia e nos passam as informações que podem comprovar a propriedade do equipamento. O resultado é fruto de um trabalho em parceria com voluntários da Comissão de Segurança no Ciclismo da Cidade do Rio de Janeiro, que, além de nos ajudar a catalogar os veículos e cadastrá-los na internet, nos transmitiram todas as informações técnicas necessárias para a identificação de uma bicicleta. Esse projeto é muito válido porque oferece um maior controle sobre bicicletas apreendidas e também aumenta as chances de os proprietários reaverem seus equipamentos furtados ou roubados. Esperamos que a iniciativa seja expandida para outras delegacias - explicou a delegada-titular da 10ª DP, Bárbara Lomba.

O presidente da Comissão de Segurança no Ciclismo da Cidade do Rio de Janeiro, Raphael Pazos, destacou que o projeto-piloto vai descomplicar a busca por bicicletas roubadas, ajudando na devolução dos equipamentos aos seus donos.

- Antes, a pessoa que procurava sua bicicleta tinha que peregrinar pelas delegacias do estado e vistoriar os depósitos, que estão sempre cheios. Agora, será possível ver se sua bike encontra-se apreendida em alguma delegacia pela internet. É um ganho para a sociedade - disse Pazos.

O método de catalogação e divulgação de bicicletas apreendidas deverá ser reproduzido em outras delegacias do Estado.

Governador sanciona lei que cria sistema de prevenção para roubos e furtos de bicicletas

O projeto-piloto da 10ª DP vai ao encontro da Lei 7.026/2015, sancionada pelo governador Luiz Fernando pezão, e publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (29/6), que cria o Sistema Estadual de Prevenção ao Roubo ou Furto e ao Comércio Ilegal de Bicicletas no Estado do Rio de Janeiro. O texto, de autoria dos deputados André Ceciliano e Martha Rocha, determina também que registros de ocorrências realizados pela Polícia Civil para crimes de roubos e furtos de bicicletas passem a ter tipificação diferenciada.

O novo sistema tem o intuito de estimular a identificação de bicicletas pelos seus proprietários, a reduzir o número de casos de roubos e furtos, facilitar a comunicação desse tipo de crime para a Polícia Civil e divulgar a importância da instalação de um chip rastreador (GPS) nos quadros das bicicletas.




A Secretaria de Segurança será responsável por manter e atualizar um cadastro com dados de todas as bicicletas furtadas e roubadas do estado do Rio. Vai também divulgar mensalmente estatísticas sobre esses crimes, indicando data, hora e locais com maior incidência de delitos. Outro cadastro, com as informações de todas as bicicletas recuperadas no Rio deverá ser mantido atualizado.

Os registros de ocorrências da Polícia Civil referentes a roubos e furtos de bicicletas deverão ter uma tipificação diferenciada e conter as informações, sempre que possível, do número de série, marca, modelo e cor. A lei também estabelece que, no ato de venda de uma bicicleta de pessoa física para terceiro, seja necessário emitir recibo com o número de série da mesma. Além disso, a lei determina a realização de uma campanha publicitária permanente que ressalte a importância de o proprietário do veículo manter em seu poder a nota fiscal com o número de série do equipamento. E também a importância de fazer o registro de ocorrência após roubo ou furto da bicicleta, para a atualização das estatísticas.

- O sancionamento da Lei 7.026/2015 é um pontapé inicial para aumentar a segurança dos ciclistas no Rio de Janeiro. Mas, para funcionar, será necessário o comprometimento de toda a sociedade. Desde o lojista que precisará sempre emitir a nota fiscal da bicicleta vendida, passando pelas pessoas que devem sempre guardar as notas fiscais e o número de série dos equipamentos, além de não efetuar a compra de bicicletas em feiras ou comércios sem regularização, que, muitas vezes, vendem produtos fruto de roubo. Por fim, o próprio policial, quando realizar a ocorrência, deve inserir todos os dados da bicicleta no sistema de cadastro. É um trabalho em conjunto da sociedade civil e o poder público, que demanda conscientização e mudança de cultura frente à relação com a bicicleta, que deixou de ser um artigo lúdico para se tornar um efetivo meio de transporte - afirmou o presidente da Comissão de Segurança no Ciclismo da Cidade do Rio de Janeiro, Raphael Pazos.

Fonte: Governo do Estado do Rio de Janeiro






ESPORTE EM NITERÓI: projeto social de Rugby em Santa Bárbara


Foto do Facebook do vereador Bira Marques.


Está acontecendo em Santa Bárbara um projeto de rugby para adolescentes daquela região, com o objetivo de difundir a prática da modalidade em locais onde o esporte ainda é quase desconhecido. O projeto trabalha com uma equipe multidisciplinar, garantindo acompanhamento pedagógico e social, além da prática do esporte.

Muitos talvez não saibam, mas é provável que Santa Bárbara tenha a melhor praça publica da cidade de Niterói. Um espaço com um campo de futebol, uma quadra, uma rampa de skate, quiosques, sala de administração e rodeada por duas escolas públicas; uma estadual e uma municipal. Enfim, o lugar perfeito para um projeto que pretende integrar a prática do esporte com as ações da comunidade e com o dia a dia escolar dos participantes.

Não é nenhuma novidade o acompanhamento pedagógico em projetos esportivos, no entanto muitos têm tratado esse acompanhamento como mera conferencia de notas e frequência, em alguns casos suspendendo de projetos alunos com notas baixas. O trabalho que vem sendo realizado em Santa Bárbara pretende realmente acompanhar os alunos, conhecer as dificuldades e facilidades da vida escolar de cada um, potencializando as qualidades e auxiliando nas dificuldades, sempre utilizando o rugby como mediador. Vamos acompanhar, ver os resultados.

O rugby é uma ótima modalidade para projetos sociais, sua dinâmica permite uma diversidade enorme de características físicas e pessoais. Suas tradições de confraternizações após os jogos estimulam o que tem de melhor na prática esportiva, o respeito, a cordialidade, o encontro e a amizade.

Desejamos sucesso à equipe e aos participantes. Que a experiência se multiplique!

Fonte: Coluna "Cidade em Jogo", do professor de Educação Física, Luiz Roberto Malheiros Araújo (Luika), jornal O Fluminense



Lars Grael terá reforço familiar em regata

 
Lars Grael terá a companhia da esposa Renata e da filha Sofia
Arquivo pessoal

Medalhista olímpico terá a companhia da filha Sofia como tripulante mirim

A partir do próximo sábado, grandes nomes da vela brasileira estarão reunidos no litoral norte de São Paulo para a disputa da Semana de Vela de Ilhabela. E o medalhista olímpico Lars Grael terá uma grande responsabilidade a bordo do S40 Magia V Energisa: assumir o lugar do irmão Torben, que embarca para Toronto, no Canadá, como chefe da Equipe Brasileira de Vela. E para garantir que tudo dê certo, Lars convocou sua esposa Renata e sua filha Sofia, que será tripulante mirim pela última vez, já que possui 15 anos, idade limite.

“Estou acostumado a velejar com a Renata no Marga e no Tangará e estou feliz de voltar a velejar com a Sofia. Espero que ela goste e queira continuar. Ela começou muito cedo no Optimist, um barco feito especialmente para crianças, e depois parou. Tenho esperança de que ela siga velejando em outras classes”, disse Lars.

Renata, que também tem a vela como tradição na família, está sempre em Ilhabela acompanhando Lars, porém velejou em apenas três ou quatro ocasiões. Ela costuma ficar em terra, dando o apoio necessário para o sucesso.

“Vou ser responsável pela secretaria do barco, mas o que quero mesmo é me divertir. Espero que as velejadas sejam boas e que passemos muito bem a bordo! Estou um pouco apreensiva com a Sofia, não sei como ela vai se comportar. Velejar com ela vai ser uma novidade para mim”, disse Renata, que no início do mês competiu de Snipe ao lado do filho Nicholas, no Rio de Janeiro".

“Ele está treinando para o Mundial de Snipe e por isso não estará conosco desta vez”, completou.

Em 2014, Lars competiu na classe Star, que também vale como Sul-Americano, e sagrou-se campeão ao lado de Samuel Gonçalves. Neste ano, apesar de acreditar que a Star será uma classe bastante competitiva, ele aceitou o desafio de voltar a competir em um veleiro com mais tripulantes.

“Sou comodoro da ABVO (Associação Brasileira de Veleiros de Oceano) e é claro que me sinto feliz em poder competir em um barco de oceano, seguindo a tradição de Ilhabela. Substituir o Torben é pra lá de complicado. Ele é praticamente insubstituível, mas correr em Ilhabela será um imenso prazer”, concluiu ele.

Além de Lars, Renata e Sofia, fazem parte da tripulação Samuel, Fernando Sesto, Julio Falcão, Igor Stele, Daniel Wilcox, Mario Trindade e André Vieira.

Fonte: O Fluminense





ESSEN, NA ALEMANHA, ELEITA A CAPITAL VERDE DA EUROPA. O que torna uma cidade sustentável?


Essen, na Alemanha: infraestrutura verde como “uma solução de base natural”. Foto: Divulgação


Por Deutsche Welle –

Essen, na Alemanha, foi escolhida a “capital verde” da Europa. Mas, para obter esse título, é preciso muito mais do que parques

A cidade de Essen, no oeste da Alemanha, foi escolhida a “capital verde” da Europa para o ano de 2017 – um prêmio dado anualmente pela Comissão Europeia para exemplos de ações ambientalmente importantes, incluindo esforços locais para melhorar o meio ambiente no perímetro urbano e promover o crescimento sustentável.

Desde 2010, o título é concedido a cidades europeias com população superior a 100 mil habitantes. A premiação é dada sempre dois anos antes do período proposto. Para 2016, a vencedora foi Liubliana, na Eslovênia. A inglesa Bristol ganhou o título para 2015, e a capital dinamarquesa Copenhague, no ano passado.

Antigo centro de mineração de carvão, no coração do Vale do Ruhr, Essen foi reconhecida por superar o desafio da sua história industrial e reinventar-se de maneira ambientalmente sustentável. Depois, tornou-se exemplo para outras cidades.

Mas o que, afinal, faz uma cidade ser considerada “verde”?

Para o concurso, um grupo independente de especialistas analisou as cidades com base em fatores como qualidade do ar, transporte, áreas verdes urbanas e medidas para lidar com as mudanças climáticas.

George Ferguson, prefeito de Bristol, na Inglaterra, descreve as mudanças climáticas como “o maior desafio” que as cidades europeias precisam encarar. Segundo ele, enfrentar isso depende de inovação – e muitas vezes com bom humor. Exemplo disso é o que ficou popularmente conhecido como “poo bus”, ônibus movido a fezes.

“É o ônibus número dois, e funciona por meio de dejetos humanos. Mas não cheira mal”, brinca Ferguson.

O “poo bus” faz parte da campanha de Bristol para reduzir a emissão de carbono em 40% até 2020. Outras medidas rumo a esse objetivo são apoiadas por projetos que incentivam o aumento da energia renovável e a redução no consumo de energia.

Antecessora de Bristol como “capital verde” da Europa, Copenhague tem ambições ainda maiores quando o assunto é mudança climática. A mais ousada é extinguir a emissão de carbono até 2025. Na última década, a cidade já conseguiu reduzir o índice em 40%.

Há ainda mais esforços dos dinamarqueses para aumentar as estruturas construídas com energia renovável e fomentar o uso adequado das bicicletas, com programas como o “bike-butler” (“mordomo de bicicleta”).

Quando as pessoas estacionam as bicicletas em locais inconvenientes, os “mordomos” as removem. Mas quando os ciclistas chegam para pegá-las de volta, eles não são punidos com multa, mas sim cumprimentados de forma amigável. Pode soar quase inacreditável, mas, além disso, a bicicleta ainda recebe um banho de óleo nas correias e tem os pneus cheios.

“Criando soluções aprazíveis e elegantes para quem pedala, tornamos a atividade ainda mais atrativa”, diz Lykke Leonardsen, chefe da agência municipal que tenta “livrar” Copenhague do carbono.

Aparentemente, funciona. Hoje, em Copenhague, 45% de todos os deslocamentos para o trabalho e para a escola são feitos de bicicleta.

Além de reduzir a emissão de carbono, uma “cidade verde” deve ser também literalmente verde. Isso, porém, não significa apenas ter parques. A expressão da moda em termos de planejamento urbano é “infraestrutura verde”, definida como áreas naturais projetadas para desempenhar uma série de funções.

Ronan Uhel, da agência europeia de meio ambiente, conceitua a infraestrutura verde como “uma solução de base natural” que também pode contribuir para a preservação da biodiversidade.

“Pode estar relacionado à eficiência energética de prédios, pode suavizar as divisões das nossas paisagens, pode ser útil para regenerar a acessibilidade aos rios”, diz Uhel.

Um grande projeto em Copenhague envolveu a criação de uma rede de áreas verdes que pode absorver a água das chuvas – resultado de um replanejamento devido a uma tempestade, em 2011, que causou grandes danos à infraestrutura da cidade e ameaçou risco de vida a várias pessoas.

Agora, essas áreas desviam a água da chuva, ajudam a limpar o ar e atuam como espaços conjuntos para a comunidade.

“Isso está esverdeando a cidade, deixando-a mais saudável e atrativa”, afirma Leonardsen.

Martin Powell, chefe de desenvolvimento urbano da empresa alemã Siemens no Reino Unido, salienta o quão isso é importante:

“Uma cidade verde é absolutamente essencial para atrair o capital humano que você quer ver trabalhando e vivendo no local”, diz.

Powell afirma que os municípios e a iniciativa privada podem “pegar carona” e colocar a infraestrutura verde para investimentos. Ele sugere que, quando grandes edifícios passam por uma renovação energética, podem incluir algumas características.

“Por que não integrar com um telhado verde um lugar permeável, no lado de fora, para ajudar no escoamento da água vinda da superfície, uma drenagem sustentável e outras infraestruturas verdes?”, sugere Powell.

Ferguson, prefeito de Bristol, finaliza dizendo que as cidades são, ao mesmo tempo, fontes de muitos problemas, mas também de muitas soluções.

“Se as cidades podem se tornar um laboratório de mudanças, os benefícios podem ser espalhados por toda a Europa. Uma cidade, sozinha, não vai mudar o mundo. Mas se compartilharmos ideias, e também os problemas, vamos compartilhar as respostas, e aí poderemos mudar o mundo”, conclui.

* Publicado originalmente pela Deutsche Welle e retirado do site Carta Capital.

Fonte: Envolverde





Aldeia Imbuhy: Dona Yayá, bordadeira da primeira bandeira da República, é homenageada em Niterói


Neta da homenageada, Ilma Simas, ficou emocionada na cerimônia
Divulgação


Ela foi bordadeira da primeira bandeira da República e uma das pioneiras entre os moradores do local

Os familiares de Flora Simas de Carvalho, a Dona Yayá, bordadeira da primeira bandeira da República e uma das pioneiras entre os moradores da Aldeia Imbuhy, em 1886, receberam, nesta segunda-feira (29), na Câmara de Vereadores de Niterói, em nome da matriarca, o título de benemérita do Estado do Rio de Janeiro “post mortem”. O título foi concedido pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) e a iniciativa da homenagem foi do deputado estadual Waldeck Carneiro (PT).

A cerimônia contou com cerca de 300 pessoas, entre eles moradores da aldeia, três netos de Dona Yayá, o vice-prefeito de Niterói, Axel Grael, vereadores, deputados, além de representantes da sociedade civil.

“Os moradores da Aldeia do Imbuhy são a razão e o sentido de estarmos aqui hoje. Eles têm direito de permanecerem no local, cujas casas são tombadas - por lei municipal - como patrimônio, cultural, histórico e arquitetônico. Esta é uma etapa importante desta luta que travamos em favor dos moradores daquela localidade”, enfatizou Waldeck.

A neta mais nova da homenageada, Ilma Simas, de 70 anos, ficou emocionada com a luta em apoio à família e aos demais moradores da aldeia.

“Agradeço pela lembrança da minha avó e também por estarem fazendo isso por nós do Imbuhy”, disse.

Os parlamentares da Alerj entregaram uma carta à presidente Dilma Rousseff pedindo atenção ao pleito dos aldeões.



Antes da cerimônia em homenagem a Dona Yayá, houve uma grande manifestação – com faixas, e caixa de som – nas escadarias da Câmara.

Fonte: O Fluminense






segunda-feira, 29 de junho de 2015

Prefeitura entrega 374 imóveis no Zilda Arns I e II


O Conjunto Habitacional Zilda Arns I e II foi erguido na Rua Teixeira de Freitas, no Fonseca, na Zona Norte de Niterói
André Redlich


Frederico Martins

Conjunto habitacional no Fonseca abrigará vítimas das enchentes de 2010 

As 374 famílias que foram selecionadas pela Prefeitura de Niterói, no sorteio de apartamentos do conjunto habitacional Zilda Arns I e II, no Fonseca, Zona Norte da cidade, vão assinar os contratos no dia 2 de julho, no Campus de Educação da UFF, no Gragoatá.

Vítimas das enchentes de 2010 em Niterói vão receber apartamentos no conjunto habitacional da Rua Teixeira de Freitas, no Fonseca. A região já possui tratamento de esgoto, clínica da família, duas escolas e uma Unidade Municipal de Educação Infantil. Dessas 374 famílias, 250 viviam com auxílio do aluguel social.

A secretária executiva da prefeitura, Maria Célia Vasconcellos, ressalta a satisfação da prefeitura com o projeto entregue.

“A Prefeitura de Niterói está muito feliz por ter desempenhado essa função de disponibilizar um lugar digno para essas pessoas morarem. É uma sensação de alegria e dever cumprido”, disse.

Após a assinatura dos contratos, os novos proprietários irão aos apartamentos com uma equipe de vistoria. O imóvel, estando em condições ideais, será liberado para cada família se mudar no mesmo dia. O conjunto possui nove blocos. Já foram eleitos os síndicos e subsíndicos.

O secretário de Habitação de Niterói, Atratino Cortes, comemora a entrega das casas e projeta o futuro.

“É uma vitória. É uma sensação que não tem igual, chamar as famílias e apresentá-las o projeto pronto e todo estruturado. São pessoas que viviam em situação até de risco. E é indescrítivel poder fazer algo por elas. Estamos ajudando essas pessoas a resgatar a dignidade e a qualidade de vida. É uma alegria enorme. Ainda terão muitos outros projetos que vão contemplar mais de 2 mil famílias até 2016”, diz o secretário.

Expectativa – Segundo a Secretaria de Habitação, são previstas as entregas de 2120 casas de conjuntos habitacionais. Serão contemplados os bairros do Caramujo, Ititioca, Badu e a Estrada Bento Pestana. Serão priorizadas famílias que vivem em área de risco e que recebem aluguel social.

Fonte: O Fluminense 






TRANSOCEÂNICA - Túnel Charitas-Cafubá começa a ser perfurado no próximo dia 7




Exército libera licença para utilização de explosivos

O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, anunciou nesta segunda-feira (29.6.2015) que o Exército Brasileiro liberou a licença para o uso de explosivos para a obra da TransOceânica. De acordo com o prefeito, esta é a última etapa cumprida para iniciar a perfuração do Túnel Charitas-Cafubá no próximo dia 7 de julho.

“Era a última licença de uma enorme série de etapas a serem completadas para iniciar a perfuração do túnel. A TransOceânica é mais que uma obra viária, ela é um projeto de mobilidade urbana e de melhoria da performance do serviço público”, disse Neves.

De acordo com o prefeito, a integração entre diferentes esferas de governo foi fundamental para garantir o início da obra:

“Dezenas de órgãos municipais, estaduais e federais aprovaram o projeto. Fico feliz de ver que o sonho de décadas da população de Niterói se torna realidade, graças ao trabalho integrado de nossas equipes”.

A previsão é que sejam utilizados cerca de 150 quilos de explosivos na primeira detonação. Por medida de segurança, todos os furos que estarão carregados com explosivos serão acionados no mesmo dia.

A TransOceânica

Obra viária mais importante de Niterói, a TransOceânica começa a sair do papel com a perfuração do túnel de 1,3 quilômetro que vai ligar Charitas ao Cafubá. O túnel vai homenagear o jornalista, poeta, professor e memorialista Luís Antônio Pimentel, falecido em maio, aos 103 anos.

A via expressa terá 9,3 quilômetros de extensão, vai atender diretamente 11 bairros da Região Oceânica de Niterói e transportará cerca de 80 mil pessoas por dia.

A TransOceânica contará com ônibus no sistema BHLS (Bus of High Level of Service), o primeiro implantado na América do Sul, equipados com ar-condicionado e com portas de ambos os lados. Pelo sistema, os passageiros poderão embarcar nos veículos em seus próprios bairros. Em seguida, os ônibus entrarão na faixa exclusiva do BHLS.

O ônibus fará o percurso do Engenho do Mato até Charitas em 25 minutos, passando por 13 estações e pelo túnel, que não terá cobrança de pedágio. O corredor viário também contará com ciclovia.

No projeto da TransOceânica está prevista, ainda, a integração da via com a estação hidroviária de Charitas, que será transformada em um terminal intermodal.

O investimento total da obra é de R$ 310.894.585,00, com recursos do governo federal e da Prefeitura de Niterói.

A secretária municipal de Urbanismo e Mobilidade Urbana, Verena Andreatta, destaca a importância do projeto para a mobilidade urbana da cidade.

"A TransOceânica é um projeto que vai integrar modais e bairros. A Estrada Francisco da Cruz Nunes será transformada em uma avenida com passagens sinalizadas, com ciclovia e calçadas amplas para os pedestres. Os ônibus vão trafegar em uma via exclusiva, no sistema BHLS e a TransOceânica será integrada com a estação das barcas de Charitas. O sistema vai funcionar com regularidade, e as pessoas vão poder planejar melhor o seu tempo de ida e volta do trabalho", explicou.

Fonte: Prefeitura de Niterói







Pezão sanciona lei que cria sistema para prevenção de roubos e furtos de bicicletas




Registros de ocorrências realizados pela Polícia Civil para estes crimes passam a ter tipificação diferenciada

O governador Luiz Fernando Pezão sancionou a lei, publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (29/6), que cria o Sistema Estadual de Prevenção ao Roubo ou Furto e ao Comércio Ilegal de Bicicletas no Estado do Rio de Janeiro. O texto determina também que registros de ocorrências realizados pela Polícia Civil para crimes de roubos e furtos de bicicletas passem a ter tipificação diferenciada.

O novo sistema tem como objetivo estimular a identificação de bicicletas pelos seus proprietários, a reduzir o número de casos de roubos e furtos, facilitar a comunicação desse tipo de crime para a Polícia Civil e divulgar a importância da instalação de um chip rastreador (GPS) nos quadros das bicicletas.

A Secretaria de Segurança será responsável por manter e atualizar um cadastro com dados de todas as bicicletas furtadas e roubadas do estado do Rio. Vai também divulgar mensalmente estatísticas sobre esses crimes, indicando data, hora e locais com maior incidência de delitos. Outro cadastro, com as informações de todas as bicicletas recuperadas no Rio também deverá ser mantido atualizado.

Os registros de ocorrências da Polícia Civil referentes a roubos e furtos de bicicletas deverão ter uma tipificação diferenciada e conter as informações, sempre que possível, do número de série, marca, modelo e cor. A lei também determina que, no ato de venda de uma bicicleta de pessoa física para terceiro, seja necessário emitir recibo com o número de série da mesma.

A lei determina também que uma campanha publicitária permanente ressalte a importância de o proprietário do veículo manter em seu poder a nota fiscal com o número de série do equipamento. E também a importância de fazer o registro de ocorrência após roubo ou furto da bicicleta, para a atualização das estatísticas.

Fonte: Governo do RJ 




domingo, 28 de junho de 2015

OPORTUNIDADE - DEFESA CIVIL - ONU amplia inscrição em intercâmbio de governos locais para promoção de cidades resilientes




Os intercâmbios entre governos serão realizados dentro do mesmo país e todos os gastos serão cobertos pelo programa. Inscrições terminam em 19 de julho.

Devido à grande procura, o Escritório das Nações Unidas para a Redução do Riscos de Desastres (UNISDR), através do seu Escritório Regional das Américas, decidiu ampliar o prazo até 19 de julho para o envio de propostas para a realização de intercâmbios de assistência técnica entre os governos locais para construção de resiliência.

No âmbito da campanha ‘Construindo cidades resilientes: minha cidade está se preparando’, esta iniciativa integra as lições aprendidas com o intercâmbio de experiências entre os governos locais da região sobre a redução do risco de desastres realizados de 2012 a 2014.

A inovação desta chamada diz respeito aos resultados e produtos a serem alcançados com o intercâmbio, que devem tornar-se contribuições diretas para a gestão local e passíveis de serem replicadas em nível nacional e, sempre que possível, em escala regional. Os intercâmbios entre governos serão realizados dentro do mesmo país e todos os gastos serão cobertos pelo programa.

A campanha Construindo Cidades Resilientes do UNISDR é um convite para os líderes de governos locais reafirmarem o seu compromisso para a construção de um desenvolvimento que reduza o risco e aumente a resiliência das suas comunidades.

As propostas devem ser enviadas até 19 de julho. Saiba mais sobre o processo de candidatura e seleção aqui.

Fonte: ONU no Brasil