quinta-feira, 17 de abril de 2014

Urban Density and Sustainability


Christopher Berggren




Urban density is the number of people living in a particular urban area and is an important aspect of how cities function. Many modern urban planners advocate higher densities because of the widely held theory that cities operate more efficiently when residents live in denser urban surroundings. However, there are mitigating factors such as higher traffic congestion when traffic thinning and parking capacity reductions are not in place. When cities have high densities, they tend to be more walkable and have greater transportation options. However, when cities are allowed to expand from the center without benefit of smart growth planning, they can become relatively unsustainable. Sustainability has several components germane to urban planners but the single most important of these is transportation – how people get around. When cities rely on automobiles as their primary means of transit, they lack sustainability and quality of life choices that can only come about when urban fabrics are built for their human users rather than their cars.




Automobile Dependency and Sustainability

Automobile dependency developed in the mid-twentieth century as a result of policies favoring the construction of freeways and low-density tract housing far from city centers. Moreover, the removal of streetcar lines from cities hastened the demise of walkability in our own downtowns, which – over time- were given over to large parking lots and empty sidewalks. Automobile dependency is the condition of a place without other transit options whereby the only viable way to get around is by car, where the built-environment consists of wide roads, parking lots, and space devoted to the expeditious flow of cars. Automobile dependency deepens when roads are widened to accommodate larger numbers of drivers who then create more traffic and more ‘demand’ for parking. When parking lots replace buildings and roads are expanded, cities are forced to grow horizontally.




Urban Sprawl

Urban sprawl occurs when cities grow haphazardly away from their centers over previously undeveloped land in low density patterns. Typically, urban sprawl is characterized by new development that is dependent on automobile infrastructure and an expansion of municipal services into rural land. Many towns and cities are constrained financially because their service areas cover large, resource-inefficient, low density development. The tax-base of a ‘big-box’ store is a small fraction of a smart-growth development, as the per-unit revenue of dense, mutlti-functional construction is much greater. Not only is sprawl characterized by low tax yields and a stretching of municpcle services, but it also is evident in the increase in air pollution from the use of cars for many lone-occupant, single-mission trips – those journeys’s made with one motive, such as picking up lunch or the dry-cleaning. Socially, sprawl can be described as a decentralization of cities, where the built environment is single-purpose, often residential with no connection with a town center.



Smart Growth

Smart growth is normally planned and centers around the concept of compact, town-centers built around high-quality transit stations such as tram or subway stops. Smart growth, more specifically, is contained in an established urban corridor, and connected to the urban center or downtown through proximity if not mass transit. Smart growth is such because it is planned to be self-supportive over a long time through its multi-functional uses and ease of access via walkability and bike trails, and public transit. Such growth is smart because it is meant to last and not be solely dependent on automobile use. Although many cities in Europe are built in ‘smart growth’ patterns, they were built that way long before the advent of the automobile and thus were layed out in more human-scale dimensions. Modern planning terms such as ‘smart growth’ and ‘transit oriented development’ are used in low-density countries such as the U.S.A., Australia, and New Zealand to denote how future development should accommodate new residents.

Petroleum and Development Patterns

A clear distinction can be drawn between continents in their respective petroleum use and urban development patterns (see graph). American cities have the greatest sprawl and average unit of land per resident, while European cities are the most efficient. Cities in Europe are more concentrated and public transit tends to be superior to those of American cities, making it easy for people to leave their cars at home, especially during the week. Australian cities are similar to American cities in their dependence on cars but are somewhat better planned. As awareness and appreciation of a clean environment in our cities increases, the choice of more and more American and Australian cities is sustainability and smart growth.




Fonte: Sustainable Cities Collective



Secretaria do Meio Ambiente de Niterói lança campanha educativa para coibir o abandono e maus tratos a animais




A Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade de Niterói iniciou uma campanha educativa para coibir o abandono e maus tratos contra animais.

Estão sendo feitas parcerias com todas as delegacias do município para receberem denúncias da população, além de uma ampla distribuição de cartazes e folhetos pela cidade.

A 77ª DP em Icarai foi a primeira delegacia a participar do programa que é inédito na cidade.

Fonte: Prefeitura de Niterói

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Filhote de capivara é resgatado pela Guarda Ambiental



Integrantes da Coordenadoria Ambiental da Guarda Municipal de Niterói resgataram na noite desta quarta-feira um filhote de capivara que se desgarrou da família, próximo aos acessos da Ponte Rio- Niterói indo em direção ao asfalto na Ilha da Conceição.

Durante a manhã desta quinta-feira (17-04) os guardas ambientais tentaram localizar a família da capivara , próximo aos acessos para a Ponte –Rio Niterói e não conseguiram. 

Por ainda ser filhote com cerca de 3 quilos e necessitar de cuidados especiais, o secretário municipal de Ordem Pública, Marcus Jardim, determinou que a capivara fosse levada para o Centro de Triagem da Universidade Estácio de Sá, em Vargem Grande , para que receba o tratamento adequado.

Segundo os guardas ambientais que cuidaram do filhote , a capivara ainda não desmamou e deve ser alimentada com leite.

Fonte: Prefeitura de Niterói

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Arqueóloga prepara livro sobre o homem pré-histórico de Itaboraí


Horizonte. A arqueóloga Maria Beltrão na sua cobertura em Ipanema. Bárbara Lopes / Barbara Lopes


Maria Beltrão: a mulher das descobertas
Érica Magni

RIO - Há 45 anos, Maria da Conceição de Moraes Coutinho Beltrão mantém a rotina de fazer seu desjejum de frente para a janela que dá vista para as Ilhas Cagarras. Doutora em Arqueologia e Geologia — uma das pioneiras na exploração de sítios arqueológicos no país —, ela garante que, nos dias de chuva fina, a paisagem do mar de Ipanema é ainda mais fascinante. Com quatro filhos, dez netos e uma agenda sempre lotada de compromissos, Maria da Conceição está finalizando o livro “O menininho pré-histórico de Itaboraí”, infantil no qual vai contar detalhes sobre o mundo da Arqueologia, um assunto pouco difundido nas rodas populares. O projeto vai ser ilustrado e impresso em folhas de pano, para remeter ao tempo dos livros manuais, feitos antigamente na roça, pelas avós.

Como nasceu o projeto do livro infantil?

Atualmente, sou diretora do Parque Paleontológico de Itaboraí. A região é riquíssima em História. Quis abordá-la de forma lúdica, para que haja interesse das novas gerações sobre o assunto. A ideia é contar como vivia o primeiro homem pré-histórico daquela região.

"O Brasil é um grande sítio arqueológico, depende da profundidade que você cava" .

A senhora é membro da Academia Portuguesa de História e da Academia Brasileira de Letras da Bahia, tendo ganhado um prêmio pelo livro “O alto sertão”. Fale sobre a experiência.

Há 30 anos, coordeno estudos arqueológicos em uma região de cem mil quilômetros quadrados, incluindo o Oeste da Bahia. Lá, encontramos pistas sobre o cotidiano de 300 mil anos atrás. O livro traz anotações sobre terreno, chuva, seca, cordel, arte, História pré-História. O Brasil é um grande sítio arqueológico, depende da profundidade que você cava.

Qual é o desafio de estudar e atuar em Arqueologia hoje no país?

Precisamos de investimentos para que futuros estudos possam ser concretizados. Nossa História depende disso. Meu ideal é que o governo aloque um arqueólogo por município, para dar continuidade ao conhecimento e desvendar o que se esconde por trás de rochas e terra. Isso é fundamental.

No Nordeste, a senhora foi homenageada por um escritor popular, como foi?

Sim, eu fui eternizada. Paulo Cordel, escritor de Buíque (PE), falou do meu trabalho em versos. É uma homenagem linda.

A sua rotina é muito agitada. Quais seus programas preferidos?

Estou sempre viajando. Mas caminho três dias por semana no calçadão da orla. Aos domingos, vejo filmes na casa da minha filha, Maria Beltrão. Estamos mergulhando na obra de Hitchcock. E ainda encontro tempo para namorar, à distância, um francês.


Fonte: O Globo


Projeto prevê retomada do Hospital Universitário Antônio Pedro




O secretário de Estado de Saúde, Marcos Musafir, foi recebido ontem pelo prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, em seu gabinete. Foto: Luciana Carneiro/Divulgação


Prefeito Rodrigo Neves, e o secretário de Saúde do Rio, Marcos Musafir, vão procurar novo reitor da UFF, Sidney Mello, para conversar sobre o hospital universitário

O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, se reuniu na tarde de ontem com o secretário estadual de Saúde do Rio de Janeiro, Marcos Musafir. No encontro, os dois anunciaram que vão procurar o reitor eleito da UFF (Universidade Federal Fluminense), Sidney Mello, para discutir o projeto de retomada da integração do Hospital Universitário Antônio Pedro (Huap) à rede de atendimento, não só de Niterói, como também do Leste Fluminense.

“Por meio de uma proposta da Prefeitura e da Secretaria Estadual de Saúde, vamos envidar esforços no sentido de apoiar a reabertura e a integração do Hospital Antônio Pedro, que é universitário, mas tem função importante na rede de atendimento da região”, disse o prefeito.

Rodrigo Neves e Marcos Musafir conversaram também sobre a implantação de mais uma Clínica da Família na cidade em parceria entre a Prefeitura e o governo estadual. Segundo o prefeito, a unidade será construída em uma área do Estado, vai atender a região dos bairros do Ponto Cem Réis e São Lourenço e integra o programa Mais Saúde, de expansão da atenção básica no município.

O prefeito e o secretário falaram também sobre o início das obras da Clínica da Família na Teixeira de Freitas, no Fonseca, também fruto de uma parceria entre o município e o Estado. O investimento é de R$ 3 milhões.

Outro ponto discutido na reunião foi uma área que também será cedida pelo Estado para a construção da base regional do Samu (Serviço Móvel de Urgência), que coordena Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Tanguá e Maricá.

O secretário Marcos Musafir destacou a importância das parcerias entre os dois governos para a melhoria na qualidade dos serviços prestados na área da saúde.

“Debatemos pleitos de grande interesse para a população de Niterói e arredores e que vão contribuir para as melhorias na área da saúde. Estamos imbuídos neste espírito de parceria e integração. A participação da UFF é importante com esse hospital. A rede ficaria completa, complexa e beneficiaria milhares de pessoas”, salientou o secretário de Saúde.

Fonte: O Fluminense


quarta-feira, 16 de abril de 2014

Brasil é responsável por metade das mortes de ambientalistas no mundo





Já se passaram mais de 25 anos da morte de Chico Mendes, o humilde seringueiro do Acre (norte brasileiro) que se converteu em símbolo internacional da defesa do médio ambiente. E Brasil, o país onde foi assassinado por tentar que os especuladores não destruíssem a Amazônia, continua sendo o local mais perigoso do mundo para os ativistas ambientais. A afirmação faz parte do relatório da ONG Global Witness, apresentado nesta terça, que reuniu os assassinatos de defensores do meio ambiente em todo mundo entre 2002 e 2013. Sua conclusão é devastadora: o número de mortes não deixa de crescer. Dos 908 casos que pôde documentar a organização em 35 países, 448 se produziram no Brasil (49,33%).

Em 2002 foram registrados 51 assassinatos. Em 2012, o pior da série, foram 147. Os autores do relatório reconhecem que a informação é escassa e seguramente seus dados só mostrem a ponta do iceberg. Afirmam, por exemplo, que é muito provável que países africanos como Nigéria, a República Democrática do Congo, a República Centro-Africana ou Zimbábue também estejam sendo afetados, mas sua metodologia de trabalho —baseada em documentação confiável e na verificação dos dados por parte de parceiros locais— não permitiu fazer uma análise exaustiva. Daí que as piores cifras estejam na América Latina e na Ásia, onde puderam contrastar a informação. Brasil, com 448 assassinatos, é seguido por Honduras, com 109, e Filipinas, com 67.

O relatório ressalta um dos aspectos que já destacou em 2011 a Relatora Especial da ONU sobre a situação dos defensores dos direitos humanos, Margaret Sekaggya: a impunidade. A organização só tem conhecimento de que tenham sidos julgadas e condenadas 10 pessoas por estes mais de 900 crimes. “Existem poucos sintomas mais determinantes e óbvios da crise ambiental mundial que um dramático aumento no assassinato de cidadãos que defendem os direitos sobre a terra ou o meio ambiente. No entanto, este problema que está se agravando tão rapidamente está acontecendo praticamente desapercebido e, na grande maioria dos casos, os responsáveis estão saindo livres”, assegura Oliver Courtney, porta-voz da Global Witness. Em seu relatório, a relatora da ONU reuniu casos de detenções e assassinatos de defensores dos direitos humanos que protestavam por questões relacionadas com os recursos naturais e os direitos sobre a terra. “Pertencem em sua maioria a populações indígenas e minorias”, assinalou. E são “mais vulneráveis pois as áreas onde trabalham são remotas”.

Para Barbara Ruis, assessora legal do programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, foi “impactante” conhecer as cifras do relatório. O problema, no entanto, não a surpreende: “Nos últimos anos estamos vendo como emergem cada vez mais conflitos ambientais em todo mundo”, explica por telefone de Genebra. As cifras são de assassinatos, mas há muitas outras lutas, e outras agressões a ativistas que brigam por viver em um meio são, que não chegam a ser conhecidas, acrescenta. “É importante que se saiba que há muita gente lutando por seus direitos ambientais”.

Não é só a falta de informação, ou a impossibilidade de contrastar os dados, o que faz com que os autores do relatório achem que eles estejam subestimados. Os assassinatos são a situação mais extrema; antes, ou além disso, podem ter existido ameaças, intimidação, violência ou criminalização. A relatora da ONU ressaltou uma circunstância recente: “Acusaram [...] os habitantes de aldeias que se manifestam contrários a megaprojetos que ameaçam o meio ambiente e seus meios de vida”, destacou, entre outros exemplos de criminalização de movimentos sociais como acusar em tribunais antiterroristas agricultores “por se manifestarem contra as forças de segurança do Estado que tentavam expulsá-los de suas terras”.

Courtney assegura que sua intenção com a publicação do trabalho é chamar a atenção da comunidade internacional e dos Governos para um problema que não deixa de crescer. Não é a primeira advertência. Anistia Internacional (AI) alertou no último verão que a recente morte do biólogo espanhol Gonzalo Alonso Hernández era mais um exemplo de contínuos ataques que sofrem os ativistas no Brasil a mãos das forças de segurança, paramilitares e grupos criminosos. Esta organização denunciou na época que ao menos 20 pessoas haviam sido assassinadas no país entre 2011 e 2012 por defender o meio ambiente. Segundo a contagem de Global Witness, foram 64.

Mais de 80% dos assassinatos compilados pelo relatório ocorreram na América Latina. Estes casos se multiplicam, assegura o relatório, à medida que aumenta a concorrência pelos recursos naturais. O desmatamento da Amazônia é um bom exemplo disso. Após quatro anos seguidos de queda na superfície de mata perdida, em 2013 o desflorestamento voltou a aumentar 28%. Os ecologistas o atribuíram ao afrouxamento das leis que protegem a selva. Segundo o relatório, as regiões mais afetadas são também as que mais registraram violência contra os ativistas que tentar impedir a destruição da mata.

Por: Elena G. Sevillano
Fonte original: El País


Fonte: Portal Amazônia


INEA FARÁ CAMPANHA DE FISCALIZAÇÃO CONTRA BALÕES


Balão cai sobre a Baía de Guanabara. Foto de Axel Grael.
 
Balões causam incêndios florestais.


Campanha contra soltura de balões começa dia 15 e vai incluir ações de fiscalização

A Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro lança amanhã, dia 15 de abril, uma campanha de conscientização sobre os perigos de soltar balões. A prática é crime (artigo 41 de Lei de Crimes Ambientais nº 9.605/98) e causa acidentes graves nas florestas e é um risco constante aos moradores do estado.

Apesar do monitoramento diário das unidades de conservação do Estado pelo Instituto Estadual do Ambiente (INEA), um estudo da SEA constatou que grande parte destes incêndios florestais acontece em locais de difícil acesso e atinge parte considerável da Mata Atlântica.

Outro dado que merece atenção diz respeito ao número de chamados que chegam ao Disque-Denúncia do Projeto Linha Verde. Em 2013 foram registradas 252 denúncias. A maioria das denúncias trata dos locais onde os balões são confeccionados e onde serão soltos. Deste total, a maior parte das incidências ocorre na Zona Oeste, nos bairros de Campo Grande e Jacarepaguá, Niterói e São Gonçalo.

SOLTAR BALÃO É CRIME E UMA IRRESPONSABILIDADE - AMEAÇA FLORESTAS, MORADIAS, INDÚSTRIAS, AVIAÇÃO, ETC.


Apesar dos registros de 2013 serem menores que os computados em 2012 (375 denúncias), comprovando que a campanha vem apresentando resultados positivos, há ainda muitos casos contabilizados entre os meses de abril e julho, período que inicia os preparativos em homenagem a São Jorge, comemorado dia 23 de abril, e também das festas juninas.

A campanha, lançada em 1999, visa conscientizar a população sobre os perigos da prática de soltar balões e desestimular os atos de baloeiros a partir de ações de prevenção e repressão, combatendo a confecção, comercialização, soltura e realização de festivais de balões. A 15ª edição da campanha vai abranger todo o estado e se estender até 15 de setembro.

Além da campanha, a Secretaria do Ambiente vai intensificar as operações de combate a este tipo de crime ambiental. Agentes da Cicca (Coordenadoria Integrada de Combate aos Crimes Ambientais), órgão da Secretaria de Estado do Ambiente, com apoio de técnicos do INEA, do Comando de Polícia Ambiental (Polícia Militar) e da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (Polícia Civil), irão percorrer o estado com megaoperações na tentativa de inibir a soltura de balões. As ações levam em conta, principalmente, as denúncias que chegam a central do Linha Verde.

O Disque-Denúncia tem no projeto Linha Verde o braço especializado no atendimento de informações sobre crimes ambientais. Quem fizer a denúncia tem a garantia de sua identidade preservada, do anonimato. Para fazer as denúncias sobre crimes ambientais é só ligar para 2253-1177, pessoas que estão no município do Rio de Janeiro. Já o número 0300 253-1177, que tem custo de uma ligação local, é para quem se encontra em outros municípios.

Vale lembrar que são oferecidas recompensas, com valores entre R$ 300,00 e R$ 2 mil, por informações feitas ao Disque-Denúncia Linha Verde que levem a apreensão de balões e/ou identificação e localização de baloeiros.

Fonte: INEA

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Projeto Verdes Notáveis: plantio de mudas adequadas ao ambiente urbano




Um município onde as árvores convivam em harmonia com o meio urbano é o desejo de grande parte da população, que busca os benefícios de uma cidade arborizada, como sombra e ar puro. Pensando nisso, a Secretaria de Conservação e Serviços Públicos criou o projeto Verdes Notáveis, que consiste no plantio de mudas adequadas ao mobiliário urbano e que não conflitem com a fiação aérea.

São Francisco, Sapê, Engenho do Mato e Badu são alguns dos bairros quer tiveram ruas contempladas pelo projeto. Foram plantadas mudas de pau-brasil, ipê e sibipiruna, que além de embelezarem o ambiente, são árvores de espécies nobres, que se adaptam com facilidade ao meio urbano.

"O objetivo é fazer com que árvores e população coexistam em harmonia, se beneficiando mutuamente e sem impactos para ambos. Vamos resgatar a qualidade da nossa arborização urbana!",enfatizou a Secretária de Conservação e Serviços Públicos, Dayse Monassa.

O Verdes Notáveis utiliza mudas de grande e médio porte, recebidas através de medidas compensatórias, e tem como meta realizar o plantio de mil árvores por toda a cidade ainda este ano. A Alameda São Boaventura, no Fonseca, e a Av. Presidente Roosevelt, em São Francisco, são alguns dos lugares que irão receber uma parte destas mudas. A próxima ação acontece no Sapê, onde serão plantadas 50 mudas na Rua Amadeu Gomes.

"As árvores que estão sendo plantadas são espécies de crescimento rápido em curto espaço de tempo, ou seja, daqui a poucos anos já será possível observar a diferença na arborização da cidade. Estas mudas também tem outras características que as tornam adequadas ao mobiliário, como madeira nobre, resistência comprovada a poluição urbana e pivotamento de raiz, ou seja, raízes com crescimento vertical " disse o biólogo da Seconser e responsável pelo projeto, Alexandre Moraes.

Além de embelezar a cidade e conservar a natureza, o Verdes Notáveis também dá oportunidade de qualquer pessoa solicitar o plantio das mudas em sua rua, desde que seu logradouro esteja dentro das normas estabelecidas pelo projeto.

"O primordial é que o local de plantio não possua interferência de fiação aérea", explicou Alexandre.

Para a solicitação de vistoria para plantio, deve-se entrar em contato com a Seconser através de sua ouvidoria: (21) 2722-3127 ; site: seconser.niteroi.rj.gov.br/ ; Facebook: facebook.com.br/Seconser-Niteroi ; ou Twitter:twitter.com/seconser

Fonte: Prefeitura de Niterói


Especialistas questionam alinhamento do investimento social corporativo ao negócio da empresa




A ideia de que o investimento social corporativo deve estar alinhado aos negócios da empresa tem predominado de tal maneira na sociedade civil que chega a parecer inquestionável. Mas não é.

O 8º Congresso do Gife, realizado em São Paulo entre 19 e 21 de março, organizou uma mesa para discutir justamente “Investimento social e negócio: dilemas do alinhamento“.

O secretário geral do Gife, André Degenszajn, apresentou dados segundo os quais 50% das empresas associadas à organização têm suas ações sociais total ou parcialmente alinhadas. Ele próprio, porém, comentou que esse movimento pode gerar uma indesejável “indeterminação entre interesses privado e público”. “O alinhamento é tendência nova, mas há resistências a ele pelo medo de que interesses privados se sobreponham à ação social”, reforçou Anna Peliano, coordenadora da pesquisa Benchmark do Investimento Social Corporativo (Bisc), da Comunitas.

O risco é a lógica empresarial invadir o campo social, apontou Francisco Azevedo, diretor do Instituto Camargo Corrêa. Há uma “dificuldade de alinhar a lógica de resultados”, típica das empresas, “e a de valores”, das fundações e institutos empresariais.

O ideal, de qualquer forma, é que o alinhamento seja mútuo, defendeu o pesquisador mexicano Rodrigo Villar, do Centro de Investigação e Estudos sobre Sociedade Civil (Ciesc). “É problemático se for unilateral, a empresa também tem de estar alinhada à experiência social de sua fundação”. Azevedo fez coro: “Há a oportunidade de incorporar a cultura do investimento social no negócio, ajudando a humanizá-lo”.




O professor Ricardo Abramovay, da Faculdade de Economia e Administração da USP, mostrou certo ceticismo sobre essa possibilidade. “Não encontrei na literatura sobre o assunto nenhum caso desse tipo”. Para Anna Peliano, é “uma atribuição forte demais aos institutos pensar que eles podem mudar a lógica das empresas; são estas que têm de querer mudar”. Ela lembrou, no entanto, que empresas que fazem investimento social já demonstram alguma preocupação com o tema. “Os institutos e fundações são a inteligência social das empresas, os receptores e transmissores de demandas para dentro das corporações.”

Villar apontou uma das maneiras de mitigar a excessiva influência das empresas sobre seu braço social: “Quando fundações e institutos não têm pessoas de fora, da sociedade, na governança, há problemas”. Na mesma linha, Azevedo acrescentou: “É preciso oxigenar os conselhos de fundações e instituições”.

O diretor do Instituto Camargo Corrêa argumentou também que mudanças no financiamento das organizações sociais corporativas poderiam diminuir os riscos de problemas. “Entidades com patrimônio próprio têm maior independência de ação e, no Brasil, em geral, não é assim, todo ano é uma briga para aprovar orçamento”, testemunhou Azevedo.

Fonte: IDIS