terça-feira, 25 de novembro de 2014

Copa Brasil de Vela reunirá os melhores velejadores do Brasil e do mundo em Niterói - 13 a 20 de dezembro



 
Fotos acima da primeira edição da Copa Brasil de Vela, sediada na Praia de São Francisco, em janeiro de 2014. Fotos de Axel Grael.
 

Segunda edição do evento será realizada na praia de São Francisco, em Niterói, de 13 a 20 de dezembro

Faltando pouco menos de um mês para o início da Copa Brasil de Vela, os melhores velejadores do mundo que estão em busca de uma vaga nos Jogos Olímpicos Rio 2016, já começam a se preparar. O evento, que terá como sede a praia de São Francisco, em Niterói, será realizado de 13 a 20 de dezembro e valerá também como Campeonato Brasileiro das classes 470, 49er e 49er FX.

Nomes como Martine Grael e Kahena Kunze, eleitas melhores velejadoras do ano pela federação internacional (ISAF), Jorge Zarif, vencedor do Prêmio Brasil Olímpico de 2013, Robert Scheidt e sua esposa, a lituana Gintare Scheidt, e a holandesa Marit Bowmeester, prata em Londres 2012 na Laser Radial, já confirmaram a sua presença.

“A Copa Brasil e o Evento Teste são as duas principais competições realizadas na raia dos Jogos 2016 durante o ano. Então está segunda edição do evento será essencial para medirmos forças com os adversários estrangeiros, que virão em número mais expressivo do que na primeira edição, e também fazer uma avaliação do desempenho dos atletas brasileiros nas cinco raias olímpicas”, disse Daniel Santiago, Diretor Executivo da CBVela.

Assim como na primeira edição estarão na água as dez classes olímpicas: Laser, Laser Radial, Nacra 17, 49er, 49er FX, Finn, RS:X masculino e feminino e 470 masculino e feminino. Os dias 13, 14 e 15 serão dedicados à medição e inscrição e no dia 16 serão disputadas as primeiras regatas. Serão usadas as cinco raias olímpicas: Ponte, Escola Naval, Pão de Açúcar (dentro da baía de Guanabara) e Niterói e Copacabana (fora da baía). No dia 20, sábado, todas as classes terão a regata da medalha, em que participam apenas os dez primeiros colocados. Estas regatas serão realizadas próximas à praia, bem pertinho do público, e contarão com a narração em tempo real, para que aqueles que estejam na areia possam entender um pouco mais sobre o esporte e torcer para o seu velejador favorito.

Público ficará próximo dos velejadores:

Seguindo o modelo de sucesso da primeira edição, toda a estrutura do evento será montada nas areias da praia de São Francisco, em Niterói, o que possibilita uma maior interação do público com os velejadores.

Desta vez a área do evento será ainda maior, ocupando quase metade da praia, e contará com um espaço para convivência dos atletas, sala para os juízes, sala de imprensa e espaço de guardaria para todos os barcos. A premiação de todas as classes também será feita bem pertinho do público.

“A Copa Brasil de Vela é o principal evento organizado pela Confederação, que tem o objetivo de torna-lo o maior evento de monotipos da vela brasileira e sul-americana. A ideia é que já em 2015 a Copa seja válida como Campeonato Brasileiro de Classes Olímpicas. A partir de 2016 o evento deverá ser realizado em outros estados, de forma que a cada ano tenha uma sede diferente”, disse Ricardo Baggio, gerente de eventos da CBVela.

A Copa Brasil de Vela tem organização da CBVela e conta com o patrocínio do Bradesco, Prefeitura de Niterói, Grupo Águas do Brasil e BG Brasil através da Lei de Incentivo ao Esporte, e com o apoio da Slam e da Richards.

Fonte: CBVela


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Saiba como foi a I COPA BRASIL DE VELA, realizada na Praia de São Francisco, em janeiro de 2014:

VÍDEO - COPA BRASIL DE VELA, NITERÓI, janeiro 2014
COPA BRASIL DE VELA tem destaque no site da ISAF - International Sailing Federation
Niteroienses fazem o dever de casa e brilham na Copa Brasil de Vela
MARTINE E KAHENA GANHAM A COPA BRASIL DE VELA EM NITERÓI
ULTIMO DIA DA COPA BRASIL DE VELA: a partir das 13 hores, será disputada a Medal Race
Começa Copa Brasil de Vela em Niterói - Vídeo
Rivais vêm à Copa Brasil de Vela para 'espiar' a Baía de Guanabara
COPA BRASIL DE VELA, em Niterói: fotos do Fred Hoffmann do primeiro dia de regata
COPA BRASIL DE VELA: fotos de Fred Hoffmann da cerimônia de abertura






Icaraí tem o melhor IDHM da Região Metropolitana do Rio e o sexto do país.


Em dez anos, cai desigualdade em 16 regiões metropolitanas do Brasil

Mas a renda per capita numa região, por exemplo, pode ser até 47 vezes maior do que em outra, mostra relatório do Pnud

por
 
 


BRASÍLIA - A desigualdade entre bairros ricos e pobres, em 16 regiões metropolitanas do Brasil, caiu entre 2000 e 2010. É o que mostra um levantamento minucioso com base no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), divulgado nesta terça-feira pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), cujo cálculo é feito a partir de três indicadores: educação, longevidade e renda.

Apesar da queda, as disparidades dentro das mesmas regiões metropolitanas mostram que a renda per capita num bairro pode ser até 47 vezes maior do que em outro; a esperança de vida, 14 anos mais longa; e o percentual da população de 18 anos ou mais com ensino fundamental completo pode não passar de 21% num bairro e atingir 94% em outro.

Entenda o que é o IDH


Dos dez bairros ou UDHs com maiores IDHMs, no universo das 16 regiões metropolitanas, as cinco primeiras são da cidade de São Paulo: Vila Madalena (Estação Vila Madalena e Estação Santuário Nossa Senhora de Fátima/Sumaré), Berrini/Vila Funchal, Jardim Paulistano e Vila Cordeiro, empatados com índice 0,965, na escala até 1.

O bairro da região metropolitana do Rio em melhor posição é de Niterói: Icaraí/Praia, com índice de 0,962, na sexta posição do ranking geral.


O bairro da região metropolitana do Rio em melhor posição é de Niterói: Icaraí/Praia, com índice de 0,962, na sexta posição do ranking geral, seguido por mais uma área paulistana: Pacaembu/Higienópolis, com 0,961. No extremo oposto, a zona rural de Itacoatiara, na região metropolitana de Manaus, aparece com o IDHM mais baixo das 16 regiões analisadas: 0,501.

O levantamento analisou 9.825 Unidades de Desenvolvimento Humano (UDHs), recortes geográficos que se assemelham a bairros ou áreas ainda menores nas grandes cidades. Nos municípios pequenos, porém, uma UDH pode representar a cidade inteira.


Localidade do Pavão-Pavãozinho e, ao fundo, os prédios da Zona Sul do Rio: distância no IDH de bairros ricos e pobres caiu - Domingos Peixoto / Agência O Globo


JARDIM BOTÂNICO É O MELHOR COLOCADO NA CIDADE DO RIO

Os bairros da cidade do Rio com mais alto IDHM são: Jardim Botânico/Parque Lage, São Conrado, Pasmado e Praia do Flamengo, com índice 0,959, empatados na 11ª posição do ranking.

De acordo com o levantamento, as distâncias entre os bairros com mais alto e baixo IDHM caíram em todas as 16 regiões metropolitanas, na última década. Houve queda também na desigualdade entre as diferentes regiões. Na região do Rio de Janeiro, por exemplo, a distância entre o bairro em melhor e pior posição caiu de 0,461 para 0,371 ponto, na escala do IDHM.

Ou seja, caiu a desigualdade entre as diferentes áreas da região metropolitana. Em 2000, Icaraí/Praia, em Niterói, já aparecia na primeira colocação, com índice de 0,930. Naquele ano, o bairro com mais baixo IDHM na região metropolitana carioca era o Complexo do Rio das Pedras/Arenal II, no município do Rio, com índice 0,469.

Dez anos mais tarde, o índice de Icaraí/Praia subiu para 0,962, enquanto os bairros em pior posição, todos eles em Japeri, alcançaram índice de 0,591: Colinas, Santo Antônio, Arco Metropolitano-Santa Amélia, Engenheiro Pedreira-Jardim São Sebastião-Jardim Aljezur-Santa Sofia.

SÃO LUÍS LIDERA RANKING DE EDUCAÇÃO

O relatório classifica o Brasil como "um exemplo bem-sucedido" na redução de vulnerabilidades. "Foram adotadas políticas anticíclicas eficientes, políticas públicas ativas de diminuição da desigualdade, de transferência de renda condicionada e de superação da pobreza e da pobreza extrema. O fato é que o Brasil de hoje ainda luta para superar um passivo histórico que é resultado de décadas de descaso com o desenvolvimento humano. Mas já é possível perceber melhoras significativas no cotidiano", diz o texto.

A região metropolitana de São Paulo lidera o ranking geral do IDHM, mas outras regiões aparecem à frente nos indicadores específicos que compõem o índice. No caso da educação, a região de São Luís, no Maranhão, aparece à frente, com IDHM Educação de 0,737, apesar de o estado do Maranhão estar longe de apresentar os melhores indicadores de ensino no país.

No IDHM Longevidade, o maior índice foi atingido pela região do Distrito Federal e entorno, com 0,857. O DF lidera também no IDHM Renda, com 0,826.A região metropolitana com menor IDHM é a de Manaus (0,720), que também está na lanterna no caso do IDHM Educação (0,636). Já São Luís tem o mais baixo índice do IDHM Longevidade (0,809), enquanto Fortaleza aparece com o menor IDHM Renda (0,716).


Fonte: O Globo

Acesse o relatório aqui. 







Quanto custa a poluição do ar?


COMENTÁRIO:

O artigo abaixo, publicado originalmente pelo Banco Mundial, aborda um debate polêmico que é a valorização econômica da poluição e a instituição de mecanismos para a internalização dos custos socioambientais da sua emissão.

Um destes mecanismos é o chamado "Cap and Trade", um instrumento de mercado adotado há décadas em políticas públicas de diversos países para a redução da poluição, mas ainda desconhecido no Brasil. Como pode ser verificada nos links no final da presente postagem, o sistema tem sido cada vez mais utilizado nos países desenvolvidos para gerar fontes de recursos para os investimentos necessários para o atingimento de metas de abatimento de emissões, a solução de passivos ambientais e a recuperação ambiental.

Em 2012, participei como um dos autores do estudo Sistemas de Cotas Negociáveis e o Controle de Efluentes Industriais na Baía de Guanabara: Estudo de Viabilidade, publicado em abril de 2013 pela BVRio e FUNBIO. O estudo teve como finalidade adotar sistemas de cotas intercambiáveis, como o "Cap and Trade", para atingir metas de redução de efluentes industriais na Baía de Guanabara.

O certo é que a transição para uma sociedade sustentável não acontecerá se não ocorrer como uma vontade e uma iniciativa de todos. Não bastará apenas a ação dos governos ou dos diplomatas em fóruns mundiais, mas como uma ação de cidadania, ou melhor, de "planetania"! E envolver os segmentos empresariais com instrumentos de mercado terá que ser um destes mecanismos.

Axel Grael



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Quanto custa a poluição do ar?


 
Organizações e governos procuram meios para compensar os efeitos nocivos do carbono na atmosfera
 
Quanto custa a fumaça que sai do escapamento de seu automóvel? E os gases emitidos pelas fábricas? A fumaça é vista – e sentida – em lugares como Pequim e Cidade do México, quer dizer, é real. Mas é complicado medir e calcular em dinheiro os danos feitos ao planeta, à natureza, às pessoas.
 
No entanto, cientistas, governos, instituições internacionais e organizações não-governamentais analisam fórmulas (algumas já existentes) para “cobrar por contaminar” ou “colocar um preço nas emissões”, quer dizer, aqueles que poluem devem compensar em termos econômicos o dano que fazem ao ambiente. A ideia é limitar e reduzir as emissões de gases de efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global e da mudança climática.
 
E é vital e necessário, já que novos dados mostram que em 2013, a concentração de gases que provocam o efeito estufa na atmosfera registrou um novo recorde. Se as emissões continuarem no ritmo atual, a temperatura média do planeta subirá e trará graves consequências para o meio ambiente, com problemas climáticos mais frequentes e graves, afetando atividades como a agricultura.
 
Mas para compensar estas emissões, é indispensável quantificá-las. O mais comum é calcular as emissões de dióxido de carbono (CO2) ou as emissões equivalentes a CO2 de todos os gases que provocam o efeito estufa, incluindo o próprio dióxido de carbono ou o metano, ainda mais contaminante.
 
Por isso, quando se fala de “comprar” e “vender” emissões que provocam o efeito estufa e a mudança climática, é uma descrição dos “mercados de carbono”.
 
Questão de preços
 
Embora o preço que se coloque na emissão de carbono (ou seus equivalentes) não seja igual ao custo real da contaminação, serve para desincentivar as emissões, segundo Neeraj Prasad, gerente de Alianças e Conhecimento sobre Mudança Climática do Banco Mundial. “Com os preços da emissão de carbono, podemos dizer, por exemplo, que a energia produzida com carvão é mais cara que a energia produzida por um painel solar”, explica Prasad.
 
“Se não somos capazes de estimar (em dinheiro) os danos causados pela mudança climática, há outros mecanismos que podemos usar para determinar os preços que deveríamos usar como indicadores”, declarou Alvaro Umaña, ex-ministro do Meio Ambiente e Energia da Costa Rica no recente Fórum Latino-Americano do Carbono em Bogotá.
 
Apesar de não ser a região que mais contamina, a América Latina é muito vulnerável às alterações do clima, com secas prolongadas, inundações e tormentas mais fortes e recorrentes. Por isso, alguns governos da região, como em outros lugares do mundo, já estabeleceram vários mecanismos e políticas para desincentivar as emissões.
 
Um exemplo são os impostos aplicados às emissões de CO2, e variam segundo cada país. No México, por exemplo, um novo imposto sobre combustíveis fósseis está ligado ao conteúdo de carbono no produto: por exemplo, é mais alto para o diesel (12.40 centavos por litro) que para a gasolina magna (10.38 centavos por litro).
 
De sua parte, na Costa Rica, o arrecadado pelo imposto de 3,5% sobre os combustíveis foi usado para cuidar das florestas. Também existem mercados nacionais de emissões, internacionais, como na União Europeia, e até um mercado global.
 
Se uma empresa certifica, por exemplo, que emitiu abaixo do limite fixado ou “cap” mediante a implementação de energia renovável, captura de metano, eficiência energética, etc., pode vender seu excedente em um mercado (comercializar ou “trade”) onde outra empresa ou, um governo pode comprar se precisar. Este tipo de mecanismos costuma ser chamados de esquemas de troca de emissões ou “cap and trade”. Este pagamento pode ser utilizado para financiar investimentos “verdes”.
 
Impacto visível
 
Ao redor de 40 países e mais de 20 estados e municípios de todo o mundo já implementaram impostos sobre o carbono ou esquemas de troca de emissões. Em 2014, mais de 100 empresas de diferentes países aderiram publicamente (IH1) à proposta de usar o preço do carbono como instrumento de gestão de risco.
 
Outra fórmula é o pagamento por serviços ambientais que recebem agricultores, comunidades indígenas ou empresas que cuidam do meio-ambiente. Para proteger a natureza, cuidar da biodiversidade ou reduzir as emissões de gases de efeito estufa, podem receber certa quantidade de dinheiro de seu governo.
 
Este mecanismo é usado na Costa Rica, México, Colômbia e Brasil, com modelos diferentes. Na Costa Rica, por exemplo, os proprietários da terra recebem dinheiro pelas árvores que plantam ou conservam. E dá para notar os resultados: a cobertura das florestas passou de 21% na década dos 80 para 52% em 2012. “Fixamos, com o apoio do Banco Mundial e outros, mais de 90 milhões de toneladas de carbono florestal na última década”, afirma Alvaro Umaña.
 
Olhando para o futuro
 
Em 23 de setembro, o secretário-geral das Nações Unidas será o anfitrião da Cúpula sobre o Clima em Nova York. O objetivo é gerar o impulso político para chegar a um acordo global sobre mudanças climáticas até 2015. O tema do preço do carbono será um ponto importante da agenda.
 
O Grupo Banco Mundial está incentivando empresários e autoridades a registrar seu apoio à Declaração pela Precificação do carbono, a ser lançada na Cúpula. Na declaração, os governos concordam em trabalhar juntos, e as empresas, a trabalhar com os governos. O objetivo a longo prazo é que o preço do carbono seja usado em toda a economia global.
 
Após a Cúpula da próxima semana, o foco avançará para as negociações jurídicas globais sobre o clima, a serem realizadas em Lima e continuadas em Paris no próximo ano.
 
Os países podem reduzir as emissões de gases de efeito estufa colocando um preço no carbono, por meio de um esquema de comércio de emissões ou de impostos de carbono. O meio ambiente pode ser protegido por outros métodos, como com o pagamento por serviços ambientais. Independentemente de como for alcançado, é essencial para os países agir contra a mudança climática e transformar as economias de alto carbono em países mais habitáveis, com menos emissões.
 
Fonte: Banco Mundial
 
Publicado no Portal EcoDebate, 25/11/2014


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LEIA TAMBÉM:

SAIBA MAIS SOBRE O "CAP AND TRADE".


Poluição do ar:
 
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DANOS AMBIENTAIS E À SAÚDE CAUSADOS PELAS QUEIMADAS:
 
 
Ilhas de calor:





segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Maior estacionamento gerador de energia solar do país é construído em Niterói


A energia será consumida pelos prédios do grupo, e o excedente vai para a rede da cidade - Foto de Divulgação/Antonio Pinheiro

Terreno no bairro de São Domingos tem 260 metros quadrados e 175 placas solares

por Clarissa Pains

NITERÓI — A maior usina solar do Brasil, em Santa Catarina, entrou em funcionamento em agosto; um mês depois, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, vaticinou que “chegou a hora” da energia solar no país, expressão que já caiu na boca de um sem-número de autoridades públicas e investidores. Este mês, Niterói começa a engatinhar no assunto, sinalizando uma mudança: o maior estacionamento solar brasileiro — embora pequeno, comparado a outros países — acaba de ser construído na sede das empresas do grupo Enel, que inclui a Ampla, no bairro de São Domingos. O espaço de 260 metros quadrados, com capacidade para 20 carros, tem 175 painéis solares instalados pela Prátil, outra empresa do mesmo grupo. Essas placas devem gerar 60 mil kWh/ano, o suficiente para abastecer, por ano, mais de 30 residências com consumo médio de 155 kWh/mês.

— Apenas com a energia gerada pelo estacionamento, evitaremos a emissão de 5,2 toneladas de CO2 por ano na atmosfera. A geração solar é uma ótima opção para países tropicais como o Brasil, onde há boa incidência de sol durante grande parte do ano — ressalta o presidente da Prátil, Albino Motta.

O projeto permite a geração de energia para consumo próprio e o compartilhamento do excedente com o sistema elétrico. Segundo a Resolução 482 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o excedente resulta em um crédito monetário na conta de luz de quem gerou a energia.

— Além de ser um sistema inteligente, as placas solares ainda dão sombra aos carros, o que agradou muito os funcionários — comenta Motta.

Na mesma linha de sustentabilidade, o grupo Enel lança este mês uma promoção para os funcionários, que poderão comprar bicicletas elétricas com desconto de 15% e maior número de parcelas. Queridinhas do meio ambiente, por não emitirem gases poluentes, elas costumam carregar, no entanto, preço bem salgado: cerca de R$ 2 mil.

— A iniciativa vai beneficiar, de forma indireta, toda a cidade, porque o aumento de pessoas circulando de bicicletas elétricas contribuirá para a difusão da prática em Niterói — acredita o presidente da Prátil.

CONDOMÍNIO SOLAR

Outra iniciativa de destaque, que ainda está em fase de estudos, é a construção de um condomínio solar feito em parceria entre a Ampla e a prefeitura. Ainda sem data para o projeto ser lançado, o objetivo já está definido: gerar energia para atender às escolas da rede. Segundo o prefeito Rodrigo Neves, o terreno da Concha Acústica abrigará o condomínio.



Fonte: O Globo Niterói






DEFESA CIVIL - CHUVAS: Novos radares vão reforçar monitoramento de chuvas



Novos radares vão reforçar monitoramento de chuvas no estado.
Fotógrafo: Divulgação


Equipamentos, que serão instalados no bairro de Guaratiba e em Macaé, serão operados pelo Inea e vão antecipar em até seis horas as tempestades

Dois radares meteorológicos de última geração serão instalados no Rio de Janeiro para ampliar a cobertura do Sistema de Alerta de Cheias, que alcançará todo o estado e áreas de divisa com Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo. Os equipamentos, que foram adquiridos pelo estado e serão operados pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), têm previsão de entrada em funcionamento em dezembro e vão antecipar em até seis horas as tempestades. Os radares serão instalados no bairro de Guaratiba, na Zona Oeste, e no município de Macaé, no Norte Fluminense.

Além de agilizar a previsão, o avanço tecnológico irá minimizar os efeitos de eventos climáticos extremos. O Sistema de Alerta de Cheias do Inea será fortalecido, fazendo com que os órgãos de resposta aos riscos de desastres possam agir com maior eficiência.

“Os radares são um avanço porque mudam a forma de gestão. A tecnologia nos traz evolução na precisão e na antecedência de desastres naturais e fortalece o sistema de alerta de chuvas. Vamos ter mais segurança”, explicou a presidente do Inea, Isaura Frega.

Investimento de R$ 13 milhões

O sistema composto pelos dois equipamentos tem capacidade para detecção de chuvas, com precisão volumétrica de até 240 quilômetros para medições quantitativas e até 450 quilômetros para medições qualitativas.

A escolha dos locais para instalação dos radares levou em consideração critérios técnicos. Em Macaé, o equipamento irá operar no campus da Uenf (Universidade Estadual do Norte Fluminense), e em Guaratiba, ficará na Fazenda Modelo.

Os novos radares vão se comunicar com outros nove, pertencentes ao governo federal, e formarão uma rede de prevenção meteorológica.

O Rio de Janeiro será a primeira unidade da federação a ter todas as bacias hidrográficas que cruzam seu território cobertas pelo monitoramento. Os radares, que foram adquiridos por R$ 13,422 milhões, também permitirão a formação de um centro técnico especializado em prevenção de chuvas, a exemplo dos estados de Minas Gerais, São Paulo e Ceará.

Fonte: Governo do Estado do Rio de Janeiro




PRAIAS: Orla de Charitas terá vegetação de restinga de volta


Projeto de Recuperação das restingas já foi implantado em várias praias como São Francisco, Piratininga, Camboinhas, Itacoatiara, Icaraí e Itaipu. Fotos: Marcelo Feitosa

Projeto de Recuperação das restingas já foi implantado em várias praias como São Francisco, Piratininga, Camboinhas, Itacoatiara, Icaraí e Itaipu


Pedro Conforte

A previsão é de que as mudas do projeto de Restituição das Restingas sejam plantadas na orla da praia até o início de 2016 na única praia ainda de fora do projeto

O projeto que pretende recuperar e restituir a restinga na orla de Niterói continua. Isso porque, das praias inicialmente contempladas com a ação, apenas a de Charitas falta receber as mudas. De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, a previsão é que até o final de janeiro do ano de 2016 a praia receba as novas mudas. A ação é realiza em medida compensatória, quando empresas privadas cortam árvores e plantam mudas em outros locais, orientadas pelo poder municipal.

Facilitar o controle de espécies com potencial de pragas, evitar a erosão causada pela chuva e reter a areia evitando seu carregamento pelo vento são alguns dos benefícios que o projeto de Restituição das Restingas traz às praias. Segundo o secretário Daniel Marques, o projeto já é uma realidade na orla de Niterói, que já passou por São Francisco, Piratininga, Camboinhas, Itacoatiara, Icaraí e Itaipu.

“Levamos em conta uma série de fatores, cada praia tem suas peculiaridades, sendo que o objetivo principal é proteger a fauna nativa. Calculo que o projeto, por baixo, tenha plantado dezenas de milhares de muda. Para se ter uma ideia, apenas em Itacoatiara foram 1,5 mil mudas plantadas”, esclareceu o secretário.

Daniel Marques ressalta ainda que Charitas, até então, será a última praia a receber o projeto, porém há interesse e um estudo para que ele possa ser expandido.

“Os biólogos da Secretaria já estão estudando a implementação da ação em mais praias da cidade. Há também um estudo para que seja feita a integração de animais nativos da restinga, como lagartos e borboletas em alguns locais”, completou o secretário.

De acordo com a bióloga da Secretaria, Vanessa Ingleses, demora cerca de cinco anos para a restinga se reconstituir plenamente. “Tentamos preencher os vazios entre as matas existentes com esse plantio, para, quando for possível, fechar a vegetação. Entre as mudas estão aroeiras, ipomeias, pitangueiras e eritrinas”, ressaltou a bióloga, que lembrou ainda que é firmado um termo de compromisso com as empresas que realizam o plantio compensatório para que seja feito um monitoramento.

“Essas empresas entregam um relatório trimestral do monitoramento. A secretaria também acompanha as mudas que permanecem cercadas para que não haja invasão e elas possam crescer plenamente e se estabilizar no local. Além disso, a cerca serve para evitar estacionamentos irregulares em áreas de preservação”, esclareceu Vanessa Ingleses.

Aterro – Uma das dificuldades encontradas pelo projeto são as praias que sofreram aterramento, como São Francisco e Icaraí, deixando poucos locais com a vegetação nativa. “Queremos manter a diversidade da vegetação local, mas com o aterro e o urbanismo estamos perdendo essa diversidade”, explicou Vanessa Ingleses.

Compensação – Quando uma empresa privada realiza um crime ambiental, a dívida é abatida com doações, plantações e monitoramento de mudas nativas de restinga. Sendo que é necessário a contratação de empresa para a implantação da espécie.

Segundo a lei 9605/1998, é crime ambiental destruir ou danificar florestas nativas ou plantadas, ou vegetação fixadora de dunas. A pena para aqueles que cometem a infração é detenção de três meses a um ano, além de multa.

Fonte: O Fluminense


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SAIBA MAIS:
Projeto recupera restingas na orla de Niterói
Praia de São Francisco recebe projeto de recuperação de restinga

LEIA TAMBÉM:
Censo verde do Rio alerta: há 31 espécies em extinção 





PRAIAS: Operação Verão novamente na área em Niterói


Altas temperaturas contribuíram para lotar as praias de Niterói, que tiveram seus acessos monitorados pelos agentes da Guarda Municipal, que ajudaram a ordenar o trânsito. Foto: Marcelo Feitosa

Segundo o agente responsável pela operação no bairro, existe uma série de prioridades a serem cumpridas. Foto: Marcelo Feitosa


Vanessa Lima

Quinze veículos foram rebocados por estacionamento irregular e 104 multas foram aplicadas nas praias de Camboinhas e Itaipu, na Região Oceânica da cidade

No sábado em que a cidade completou 441 anos, os grandes beneficiados foram os niteroienses. Com máxima de 37 graus no município, as praias da cidade ficaram movimentadas no último feriado prolongado do ano. Acompanhando o fluxo de banhistas, agentes da Guarda Municipal colocaram em prática as estratégias da Operação Verão, que visa intensificar o combate às irregularidades no comércio de ambulantes e estacionamentos na Zona Sul e na Região Oceânica de Niterói. A ação deve ocorrer até o dia 15 de março de 2015 de sexta a domingo. Ao todo 104 multas foram aplicadas e 15 veículos foram apreendidos nas orlas de Itaipu e Camboinhas.

Em Itaipu, cerca de 30 guardas municipais atuaram com foco na mobilidade urbana e ordenamento social. O efetivo prestou serviço entre os horários de 8h às 19h e até o fim da tarde 11 automóveis haviam sido rebocados por estacionamento proibido.

Entretanto, segundo o agente responsável pela operação no bairro, Marco Silva, existe uma série de prioridades a serem cumpridas como a coibição de carros de som e apreensão de motos com documentos irregulares.

“Nossa missão é aplicar estratégias preventivas a fim de garantir o conforto do cidadão que deseja aproveitar as belezas naturais do município. Portanto, é necessário combater ações que comprometem a segurança dos banhistas. Além disso, os moradores também estão sendo favorecidos, uma vez que atualmente está estritamente proibido o estacionamento em calçadas e portões de garagens. É válido ressaltar que essa norma sempre existiu, mas nessa região poucos motoristas respeitavam a ordenança,” destacou o agente.

Desde o início da operação no último dia 9 deste mês, a presença de flanelinhas e guardadores está sendo reprimida. Através de placas indicativas e sinalizadores, os motoristas são devidamente instruídos e o congestionamento na saída da praia diminuiu significativamente.

Segundo os agentes, as maiores irregularidades ocorrem durante o horário de almoço quando o efetivo deixa o posto por aproximadamente uma hora. Contudo, o apoio da população tem sido fundamental para garantir o êxito da ação.

De acordo com o Secretário de Ordem Pública, Marcus jardim, o plano foi elaborado com base nas principais reclamações dos banhistas, que alegaram falta de organização e segurança nas praias. Ele explica que a conscientização é o caminho mais eficaz para implantar a ordem e o respeito coletivo, nas localidades próprias para o lazer.

“Queremos fazer de Niterói uma cidade de todos, por isso estamos atuando em parceria com a Companhia de Limpeza de Niterói e instruímos nossos agentes para evitar problemas alarmantes”, declarou o secretário.

Fonte: O Fluminense





domingo, 23 de novembro de 2014

Ruas do Vale Feliz, no Engenho do Mato, recebem obras de drenagem e pavimentação




A localidade de Vale Feliz, no Engenho do Mato, Região Oceânica de Niterói, também está sendo beneficiada com obras de drenagem e pavimentação feitas pelo governo estadual em parceria com a Prefeitura de Niterói. Ao todo 13 ruas serão contempladas, sendo que dez ainda vão ser iniciadas e três estão com as intervenções em andamento, num total de 3,9 quilômetros de extensão e investimento de R$ 8 milhões.

Em Niterói, 143 ruas de cinco bairros serão beneficiadas, sendo que 36 foram inauguradas, seis outras já estão prontas, 29 estão em andamento e 72 serão iniciadas. As obras de drenagem e pavimentação no município começaram em setembro de 2013. O prazo de término é em fevereiro de 2015.

No Vale Feliz já estão em andamento as obras nas ruas Edvaldo Oliveira, 75 A e 75 B. As ruas das Aroeiras (74), das Colinas, dos Angicos, Guajuvira, Helenice Coutinho Tebet, Jacarandás, Jequitibás, 64, 66 e 75 serão as próximas a receber as intervenções.

Em setembro, foram entregues as obras feitas em 11 ruas do Bairro Peixoto, também na Região Oceânica. Uma outra frente de trabalho de drenagem e pavimentação está em andamento em 27 ruas da localidade do Maravista, na mesma região, numa extensão de 10,6 quilômetros. Em Piratininga, a ação beneficiou 25 vias.

Fonte: Prefeitura de Niterói




Violência contra animais no topo dos crimes ambientais no RJ


Agentes da Cicca, da Secretaria de Ordem Pública de Niterói e do Inea retiram construções irregulares do entorno da Lagoa de Piratininga. Fotógrafo: Janaína Gouvea (PMN)

Unidade de polícia ambiental sediada no Parque Estadual da Serra da Tiririca. Foto Governo do RJ.


Chailon Conceição

Denúncias de maus-tratos aos animais lideram na região a lista de ligações para o Linha Verde da Secretaria de Ambiente

Os maus-tratos contra animais lideram a lista de denúncias no Leste Fluminense feitas à central de atendimento Linha Verde, disque-denúncia da ouvidoria do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Ibama), em parceria com a Secretaria de Estado do Ambiente (SEA).

Desde 2012 foram recebidas cerca de 17,8 mil denúncias de crimes ambientais em todo estado, das quais, cerca de 8,8 mil se referiam aos maus-tratos contra animais, 1.607 a extrações irregulares de árvores e outras 1.439 apontavam o comércio ou guarda de animais silvestres. Queimadas, lixo acumulado, balões, extração irregular do solo e água e caça ilegal também foram alvos de denúncias mapeadas pelo instituto.

No Leste Fluminense, o município de São Gonçalo foi o município que mais fez denúncias contra maus-tratos de animais: cerca de 500. Em seguida aparecem o comércio de animais silvestres (88 ligações), poluição do ar (82), lixo acumulado (74) e balões (71). Incluindo todos os registros, a cidade contabiliza 995 crimes contra o ambiente.

Já em Niterói, cerca de 230 casos de maus-tratos contra animais foram contabilizados, seguido de denúncias de extração de árvores, que somaram 69 ligações.


Maus tratos aos animais. Foto da internet.

Ocorreram também 44 denúncias de comércio ilegal de animais, 38 de desmatamento florestal e 33 de poluição do ar. No total, 522 denúncias foram acompanhadas pela ouvidoria.

Em Maricá, o número total de denúncias de crimes ambientais chegou a 327, sendo 118 referentes aos maus-tratos a animais. Já em Itaboraí, das 167 ligações recebidas pelo Linha Verde, 69 incluíam os animais.

Contando com recursos do Fecam (Fundo Estadual de Conservação Ambiental e Desenvolvimento Urbano), o serviço centraliza o recebimento de ligações sobre crimes ambientais e encaminha as informações para o Comando de Polícia Ambiental (CPAm) e a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, que são responsáveis por averiguar as denúncias.

De acordo com órgão, entre os animais mais impactados pelas práticas de maus-tratos estão o cachorros e cavalos.

As denúncias podem ser feitas pelo telefone 0300 253 11 77, que funciona para todo o estado do Rio de Janeiro e tem custo de uma ligação local.


“Criamos o Linha Verde após uma percepção de que precisávamos dar tratamento específico aos crimes ambientais. E o projeto tem gerado resultados positivos. O aumento do número de denúncias agiliza o combate às infrações”, afirmou Adriana Nunes, coordenadora do Disque-Denúncia responsável pelo Linha Verde, lembrando que os municípios de São Gonçalo, Niterói, Maricá e Itaboraí, juntos, já contabilizam 1.981 denúncias desde 2012.

Denúncias – As denúncias podem ser feitas pelo telefone 0300 253 11 77, que funciona para todo o estado do Rio de Janeiro e tem custo de uma ligação local. O anonimato é garantido nas ligações. As denúncias podem ser feitas 24 horas por dia pelas pessoas.

Fonte: O Fluminense


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Veja o relatório com o balanço do número de denúncias recebidas pela SEA.
Acesse as postagens sobre Crimes Ambientais no Blog do Axel Grael

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