quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Prefeitura assina primeiro contrato de obra contemplada pelo financiamento do BID


Comunidade de São José, Fonseca. Foto Axel Grael.


Foi assinado contrato para elaboração de projeto executivo de obras de urbanização e infraestrutura da comunidade São José, no Caramujo.


17/12/2014 - A Prefeitura de Niterói assinou na manhã desta quarta-feira (17/12) o contrato para a elaboração do projeto executivo para as obras de urbanização e infraestrutura da comunidade do São José, no Caramujo, na zona norte da cidade.

É o primeiro contrato de projeto executivo a ser assinado no âmbito do Programa de Desenvolvimento Urbano e Inclusão Social de Niterói (PRODUIS), financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que prevê um total de investimentos de US$ 44,1 milhões, dos quais US$ 26,4 milhões do banco e uma contrapartida de US$ 17,6 milhões da Prefeitura.

De acordo com o projeto, a comunidade São José vai receber obras de urbanização, contenção de encostas, pavimentação, infraestrutura de saneamento, além de equipamentos sociais como quadra esportiva e unidades de ensino e saúde.

"... a comunidade São José vai receber obras de urbanização, contenção de encostas, pavimentação, infraestrutura de saneamento, além de equipamentos sociais como quadra esportiva e unidades de ensino e saúde".


O projeto executivo para as obras na localidade de São José, que ficará a cargo do Consórcio COBRAPE-Ecologus Niterói, está orçado em R$ 2,2 milhões e tem previsão de estar concluído em até oito meses. Dentro deste cronograma, serão feitas reuniões com a população, além de elaboração de diagnóstico social da comunidade, levantamentos topográficos, entre outros.

Após a conclusão do projeto executivo, será realizada a licitação para a obra, cuja estimativa de investimentos é de 11 milhões de dólares. A expectativa é que as intervenções sejam iniciadas no segundo semestre do ano que vem.

O prefeito destacou a importância destes investimentos para a cidade. Ele afirmou que a zona norte da cidade recebeu prioridade e que a administração municipal cumpriu uma série de etapas para que o financiamento do BID fosse aprovado.

"Estamos assinando o primeiro projeto executivo relacionado aos investimentos do BID que foram captados em 2013. Cumprimos uma série de etapas na Secretaria do Tesouro Nacional, Ministério da Fazenda, do Planejamento e no Senado. Priorizamos a zona norte porque foi a região da cidade mais atingida pela tragédia das chuvas em 2010. Essa ação se integra ao esforço de tornar Niterói uma cidade mais resiliente para que nenhuma outra tragédia daquela dimensão ocorra. O Caramujo, como o Fonseca, vão receber os maiores investimentos em infraestrutura. Vamos reduzir as assimetrias dentro da cidade e promover a qualidade de vida da população destas áreas", observou ele, citando que outras comunidades da zona norte também receberão investimentos, como Igrejinha.

O contrato com o BID também possui outros componentes como a melhoria no sistema de tráfego da cidade com a implantação do Centro de Controle Operacional, composto por dez Centros de Controle de Tráfego por Área (CTAs), modernização do sistema semafórico, monitoramento de cruzamentos e acessos da cidade por meio de câmeras, a implantação do Parque das Águas, no centro, e melhorias na gestão pública.

O vice-prefeito Axel Grael afirmou que a assinatura do contrato materializa o esforço da Prefeitura para recuperar o contrato com o BID.

"Esse projeto tinha sido arquivado anteriormente. Para nós, que estamos trabalhando nele, este momento é de uma satisfação muito grande. Isso significa que estamos muito perto do momento em que essas ações vão começar a fazer diferença na vida destas comunidades", disse.

Morador do São José, Milton Figueiredo, de 63 anos, elogiou a iniciativa da Prefeitura.

"Nossa comunidade historicamente ficava em terceiro plano porque nunca teve governo que cuidasse de lá. Agora, com esse projeto do BID, teremos a possibilidade real de materializar essas melhorias para a comunidade", opinou.

Fonte: Prefeitura de Niterói


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Copa Brasil de Vela: família Scheidt na ponta da Laser



A disputa começou acirrada em todas as classes no primeiro dia de disputas do último evento náutico do ano. Foto: Divulgação / Fred Hoffmann / CBVela


Evento começou com condições perfeitas de vento e sol na Baía de Guanabara. Competição acontece até o próximo sábado (20) e conta com mais de 160 velejadores

Nesta terça-feira (16) foi dada a largada para a II edição da Copa Brasil de Vela. O evento está sendo disputado na Praia de São Francisco, em Niterói, até o próximo sábado, dia 20, e conta com a presença de mais de 160 velejadores, de 23 países, incluindo campeões olímpicos e mundiais. Destaque para a família Scheidt, que lidera a classe Laser Standard com o multimedalhista Robert, e sua esposa, a lituana Gintare Scheidt, que lidera na Radial.

“Foram regatas bem difíceis, com vento de 6 a 7 nós. Nas primeiras duas favoreceu muito o lado direito e a largada foi um momento muito crítico da regata. Ficar entre os cinco primeiros nestas condições é sempre bom. Agora é torcer para aumentar um pouquinho mais o vento”, disse Scheidt.

Ainda na classe Laser Standard, Bruno Fontes venceu a segunda regata do dia e volta para a água amanhã na terceira colocação.

Na classe 470, que está disputando também o Campeonato Brasileiro, são duas duplas estrangeiras que estão na liderança. Entre as mulheres, a primeira colocada é a dupla austríaca Lara Vladau e Jolanta Oger. As gaúchas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan vêm em segundo. “Foi um primeiro dia difícil, com vento fraco. Chegamos a liderar as três regatas do dia, mas acabamos cometendo uns erros com a troca do vento, mas estamos bem felizes. Conseguimos somar resultados mais baixos, que é o objetivo do primeiro dia”, disse Fernanda.

Entre os homens os líderes são os americanos Stuart McNay e Dave Hughes. Os gaúchos Geison Mendes e Gustavo Thiesen são os melhores brasileiros na competição, na sexta colocação, a apenas cinco pontos do terceiro.

Na classe Finn, a liderança é do campeão mundial Giles Scott, da Inglaterra. Jorginho Zarif é o melhor brasileiro, na quinta colocação.

Tanto a 470 quanto a Finn velejaram na raia de Copacabana com vento de médio a fraco.

A classe 49er é a menor flotilha da competição, com apenas três barcos brasileiros. Isto porque em novembro foi realizado no Rio de Janeiro o Campeonato Intergaláctico, que reuniu diversos velejadores estrangeiros nas classes 49er e 49er FX. Com isso, a briga pela vaga na Equipe Brasileira de Vela de 2015 está acirrada entre Dante Bianchi/Thomas Low Beer e Marco Grael/Gabriel Borges. E nesta terça-feira quem se deu melhor foram Dante e Thomas, que venceram duas das três regatas.

Entre as meninas do 49er FX, Martine Grael e Kahena Kunze estrearam na segunda colocação. As líderes são as holandesas Annemiek Bekkery e Annette Duelz.

Fonte: O Fluminense






Após mais um prêmio, Martine e Kahena comemoram química perfeita


Eleitas melhores do ano pela Federação Internacional de Vela, ex-rivais no esporte e amigas desde a infância levam também o troféu do Prêmio Brasil Olímpico 2014.


Assista ao vídeo da premiação clicando na imagem.
A afinidade era natural desde a infância. Cresceram como rivais na classe Optmist, mas sempre foram amigas fora da água. Em 2009, perceberam que dividindo um mesmo barco, mesmo que por uma competição, poderiam ir longe. Venceram o Mundial Junior na classe 420 e logo em seguida tomaram caminhos diferentes. Martine Grael continuou nas regatas, enquanto Kahena Kunze decidiu dar uma pausa para fazer faculdade de Engenharia Ambiental. Há dois anos, resolveram unir forças novamente para encarar a campanha olímpica na 49erFX. A química estava lá, intacta. E endossada pelo título mundial - o primeiro da história da vela feminina brasileira na história do campeonato - conquistado nesta temporada na Espanha. Depois de terem sido escolhidas pela Federação Internacional como as melhores velejadoras de 2014, levaram também o Prêmio Brasil Olímpico 2014.

O discurso não estava pronto. A escolha, diante de adversárias tão fortes como Ana Marcela Cunha, tricampeã da Copa do Mundo de maratonas aquáticas; e Mayra Aguiar, judoca campeã mundial, foi considerada uma surpresa pelas parceiras.
- Não foi um ano perfeito.  Seria assim se a gente tivesse conseguido ganhar tudo com muita distância. Foi excelente, mas a gente não  está sobrando, nossas disputas foram muito apertadas e acho que temos que trabalhar muito para tentar se manter na frente.  Acho que vai ser muito difícil a gente conseguir repetir esse resultado em 2015, mas a gente tem mais estímulo com esses prêmios que ganhamos. Temos que pensar no agora para poder chegar bem nos Jogos de 2016 - disse Martine.




Filha do bicampeão olímpico Torben Grael, ela não nega o desejo de aumentar a coleção de medalhas olímpicas da família. Mas procura manter os pés no chão e os ouvidos abertos para o pai. Ouve todas as dicas, guarda os ensinamentos e elogia a ética o espírito esportivo daquele que funciona como seu espelho. Se conseguirá fazer com Kahena uma dupla tão afiada, vitoriosa e duradoura como foi a de Torben com Marcelo Ferreira, Martine prefere deixar claro que os ingredientes existem.
- É difícil comparar, são pessoas diferentes. Em qualquer  time o convívio conta muito, porque a gente passa meses fora, 24h por dia, sete dias por semana muito próximas uma da outra.O convívio é muito intenso. O segredo para dar tão certo a nossa parceira é porque  Kahena é muito fácil de lidar. Tem um temperamento forte e isso conta na hora da competição, tem muita garra, muita vontade de ganhar.  E acho que ela é muito parecida comigo, porque também não gosta de perder. Então, a gente fica chateadas junto, felizes junto. A química é tudo numa dupla e desde 2009 senti essa química com ela. Kahena se propôs a começar com muita garra e isso fez diferença. A gente gosta das mesmas coisas. Em viagens a gente cozinha e é fácil porque ela gosta das mesmas comidas que eu, das mesmas músicas.

E de fazer trilhas, de pedalar ao ar livre. Costumam chegar um pouco antes das competições para poderem aproveitar essas atividades juntas.

- Nós sempre fomos muito amigas, curtimos estilos de vida iguais e isso dá supercerto. Aí apareceu essa classe nova, que é veloz e tem que ter química e sintonia. Eu não estaria fazendo essa campanha sem Martine, porque ela é uma velejadora incrível. Você não é nada se não tiver seu companheiro,  a gente é um barco. Não sei o que seria de mim sem Martine. Você não ganha sozinha. É é uma honra enorme representar as mulheres da vela - afirmou Kahena.

Herdeira de Claudio Kunze, também campeão mundial, Kahena diz que as duas estão preparadas para lidar com a pressão que aumentará depois de uma temporada marcada por seis conquistas (venceram também as etapas de Hyères e Mallorca da Copa do Mundo, a Semana Olímpica de Garda Trentino, a Copa Brasil e o evento-teste para as Olimpíadas do Rio).

- Meu pai é um grande velejador e me ajudou muito a continuar na campanha, sempre me apoiou e está todo orgulhoso (risos). E dá palpite. Pai é pai (risos). E o pai da Martine, além de ser um ídolo, está sendo um grande técnico da seleção, fazendo parte do time. Tudo juntou e está dando certo. Eu e Martine não sentimos essa coisa de pressão. Vamos fazer o nosso melhor, mas é claro que uma medalha de ouro não seria mal. Depois de um ano como este, a gente sabe que a expectativa vai aumentar. Vai ser normal e temos que lidar com isso até 2016.

Fonte: Globo Esporte


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BAÍA DE GUANABARA - Inea e UFRJ monitoram bactéria KPC desde 2013




A presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Isaura Frega, afirmou nesta terça-feira (16/12) que a bactéria KPC não oferece risco à saúde dos banhistas. Ela ressaltou, em entrevista coletiva, que o instituto faz um rigoroso monitoramento das condições de balneabilidade das praias, com boletins divulgados duas vezes por semana para as praias da Zona Oeste à Zona Sul.

- É importante que as pessoas acompanhem e sigam a recomendação do Inea em relação às praias e evitem as que estão impróprias. A bactéria KPC é agressiva em hospitais, mas não resiste à água salgada e à luz do sol - disse Isaura Frega.

Como a bactéria KPC havia sido identificada fora do ambiente hospitalar em outros países desde 2010, o Inea firmou uma parceria com a UFRJ para avaliar a questão em praias do Rio. O estudo, realizado pelo Laboratório de Investigação em Microbiologia Médica (LIMM) da UFRJ, identificou a bactéria nas praias do Flamengo e Botafogo.

A bioquímica e professora da UFRJ Renata Cristina Picão, responsável pela pesquisa, explicou que, como outras bactérias típicas de ambientes hospitalares, a KPC torna-se resistente a antibióticos e pode causar danos à saúde em casos de pessoas internadas e com imunidade muito baixa. "Ela não é perigosa para a saúde das pessoas com sistema imunológico íntegro", explicou a bioquímica. A pesquisa utilizou marcadores específicos para a identificação da KPC, ao contrário da análise laboratorial do Inea, que identifica grupos de bactérias.

Isaura Frega destacou que não existe registro de internação de pessoas infectadas pela bactéria KPC fora do ambiente hospitalar. "Vamos continuar com a parceria com a UFRJ e também estamos avaliando o que está sendo feito em outros paises que também promovem pesquisas sobre o tema. Mas não há motivo para alarme", disse Isaura Frega.

A presidente do Inea disse também que será feita uma fiscalização conjunta com a prefeitura no Rio Carioca em hospitais da região, para verificar se há algum caso de lançamento de esgoto in natura, o que pode estar prejudicando a balneabilidade da praia do Flamengo. Em 2014, a praia esteve imprópria para o banho em 70% dos boletins.

O gerente de Qualidade da Água do Inea, Leonardo Daemon, explicou que a praia é considerada imprópria quando existe uma elevada concentração de bactérias, independente do tipo, o que pode causar riscos à saúde. O Inea, assim como outros órgãos ambientais, segue os padrões do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) para determinar a balneabilidade. De acordo com a legislação, o monitoramento teria de ser feito semanalmente, mas, no caso das praias da Zona Sul e Barra, ocorre duas vezes por semana.

Em relação a um dos locais de treino dos velejadores que treinam para as Olimpíadas, próximo à praia do Flamengo, Leonardo Daemon informou que existe um monitoramento específico para as áreas de prova, e que as condições de baneabilidade vem se mostrando adequadas.

Fonte: INEA

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Acesse as informações do monitoramento ambiental do INEA nos seguintes Boletins técnicos:





Iniciativa da USP, Projeto Chuva Online realiza o monitoramento da chuva





Instalados na USP, mini radares têm alcance de 21 km, resolução de 90 metros e varreduras a cada 5 minutos

A iniciativa conta com dois mini radares meteorológicos instalados em prédios da Universidade: um na caixa d’água da EACH, no Campus da USP Leste, e outro no topo da torre do Pelletron, no Instituto de Física (IF), na Cidade Universitária.

Um dos objetivos do projeto é testar uma nova tecnologia de monitoramento meteorológico capaz de monitorar a chuva com alta resolução espacial e temporal, muito útil para cidades de pequeno e médio porte. Os mini radares foram configurados para terem um alcance de 21 quilômetros com uma resolução de 90 metros e varreduras a cada 5 minutos.

“É uma tecnologia simples que poderá ser adotada por várias cidades e por empresas que precisam saber onde está chovendo e se existe probabilidade de ocorrer alagamentos em ruas e bairros, por exemplo”, explica o professor Carlos Morales, do IAG. Cada equipamento tem um custo de cerca de R$ 350 mil, enquanto um radar meteorológico convencional pode custar até R$5 milhões. Outra vantagem é que o equipamento, com peso de 100 quilos, é portátil e pode ser alimentado pela rede elétrica comum.

Dados em tempo real

Juntos, os dois mini radares coletarão informações meteorológicas da Região Metropolitana de São Paulo. Os dados estarão disponíveis em tempo real e online, no portal do projeto que será apresentado durante a inauguração. Na EACH, dois monitores de alta definição exibirão as informações obtidas pelo radar, enquanto no IAG esses dados serão mostrados em um videowall.

O Chuva Online é um dos projetos que compõem o Sistema Integrado de Gestão da Infraestrutura Urbana (SIGINURB) da Prefeitura do Campus da Capital da USP (PUSP-C). Coordenado pelo professor Sidnei Martini, da Escola Politécnica (Poli) da USP, o SIGINURB busca aperfeiçoar a operação da infraestrutura urbana. Com o Chuva Online, a Prefeitura do Campus da Capital testará tecnologias que subsidiam o gerenciamento de pequenas cidades.

Ambos os projetos interagem com ações do Centro de Estudos e Pesquisas em Desastres da USP (CEPED). Com a aprovação do projeto PRÓ-ALERTA do CEPED pela Coordenadoria de Aperfeiçoamento em Pessoal de Nível Superior (CAPES), coordenado pelos professores Carlos Morales e Hugo Yoshizaki, a rede do Chuva Online também será utilizada na capacitação de especialistas do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e da Defesa Civil do Estado de São Paulo.

Com esses radares e essa tecnologia, os cursos de graduação e pós-graduação da USP passam a contar com ferramental importante para capacitar alunos na área de meteorologia por radar, além de viabilizar o desenvolvimento de aplicativos e fazer previsão de tempo de curtíssimo prazo.

O mini radar no IF foi instalado por meio de projeto do IAG com a PUSP-C. Na EACH, foi feita uma parceria do IAG com a empresa Climatempo e a Fundespa. Essa rede de mini radares também passará a receber dados de um terceiro radar meteorológico, a ser instalado no Parque da Água Funda, onde o IAG mantém sua Estação Meteorológica. Esse terceiro radar será operado pela Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica (FCTH), com apoio do governo francês, e está previsto para ser instalado em fevereiro de 2015.
Agência USP de Notícias

Fonte: Ecodebate







No Rio, clubes assinam convênio de repasse da Nova Lei Pelé




O Flamengo e outros 15 clubes do País assinaram nesta terça-feira, na sede do clube rubro-negro, no Rio, um convênio com a Confederação Brasileira de Clubes (CBC) para a liberação de recursos da Lei Pelé para o incentivo à formação de atletas olímpicos e paraolímpicos.
 
O medalhista olímpico da vela e representante da CBC, Lars Grael, comemorou o convênio. “Esta é uma luta de muitos anos do setor clubístico. O atleta pratica o esporte através do clube e a falta do reconhecimento, apoio e fomento aos clubes era notória. Os ministros Orlando Silva e Aldo Rebelo entenderam essa causa”.

“Esta é uma luta de muitos anos do setor clubístico. O atleta pratica o esporte através do clube e a falta do reconhecimento, apoio e fomento aos clubes era notória. Os ministros Orlando Silva e Aldo Rebelo entenderam essa causa”. Lars Grael


Os clubes contemplados passaram por uma seleção e tiveram que se encaixar nos critérios estabelecidos pela CBC. Entre eles, estar em dia com o pagamento de impostos e ter atuação na formação dos atletas. O Flamengo vai receber o maior montante: R$ 5.361.817,38.

"É fundamental porque o atleta de um clube de grande torcida sobe no pódio, são milhões de torcedores vibrando. Quando o atleta veste a camisa com a qual o torcedor se identifica, ele vê sua paixão. Mais do que apoio aos esportes, é um apoio à autoestima do povo brasileiro", disse o secretário do Ministério do Esporte, Luis Fernandes, que também esteve presente no evento.

Os clubes contemplados e os valores são os seguintes:

Clube de Regatas do Flamengo (RJ) - R$ 5.361.817,38
Clube Paineiras do Morumby (SP) - R$ 1.329.206,49
Minas Tênis Clube (MG) - R$ 2.667.622,54
Club Athlético Paulistano (SP) - R$ 3.404.237,44
Sogipa "Sociedade Ginástica de Porto Alegre" (RS) - R$ 1.783.000,40
Tijuca Tênis Clube (RJ) - R$ 958.404,48
Clube Esperia (SP) - R$ 1.002.709,60
Santa Mônica Clube de Campo (PR) - R$ 798.754,28
Clube Curitibano (PR) - R$ 1.608.164,04
Mackenzie Esporte Clube (MG) - R$ 219.680,40
Veleiros do Sul Associação Náutica Desportiva (RS) - R$ 1.201.990,95
Círculo Militar do Paraná (PR) - R$ 701.058,90
Grêmio Náutico União (RS) - R$ 954.246,01
Sociedade Thalia (PR) - R$ 874.331,00
Associação Desportiva Classista Mercedes-Benz (SP) - R$ 316.281,00
Clube Jaó (GO) - R$ 334.214,00

Fonte: Yahoo


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Flamengo assina convênio com a CBC e receberá mais de R$ 5 milhões

O Flamengo assinou na tarde desta terça-feira, em cerimônia na sede rubro-negra, na Gávea, convênio com a Confederação Brasileira de Clubes (CBC) para receber, neste ano, R$ 5.361.817,38 por três projetos olímpicos por meio da Lei Pelé. O valor será destinado à formação de atletas olímpicos e paralímpicos. Presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello comentou a importância desta verba:

– O Flamengo sempre foi uma potência do esporte olímpico e estamos recuperando isso. Essa verba é apenas um passo, mas histórico, para um melhor futuro na área - afirmou.

Além do Flamengo, assinou convênio com a CBC nesta terça-feira o Tijuca Tênis Clube, que receberá R$ 958.404,48.

PROJETOS DO FLAMENGO APROVADOS

Primeiro lugar geral: Projeto Remo e Canoagem (Valor Aprovado R$ 1.614.741,38): flotilha nova (45 barcos) e diversos materiais específicos para o desenvolvimento dos esportes.

Segundo lugar geral: Projeto Ginástica, Judô e Voleibol (Valor Aprovado R$ 1.749.358,00): Equipamentos de ginástica artística, dois dojos para o judô e materiais diversos de treinamento para o voleibol.                   

Quinto lugar geral: Projeto Piscina (Valor Aprovado R$ 1.999.985,10): Piscina Myrtha Pools mais diversos equipamentos para a construção de um parque aquático moderno e material de treinamento para os atletas.

Fonte: O Povo


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Nova Lei Pelé - Portal NLP

ENTENDA O PROCESSO

OS RECURSOS ESTÃO LIBERADOS PARA OS CLUBES NA FORMAÇÃO DE ATLETAS OLÍMPICOS E PARAOLÍMPICOS
 
A diretoria da Confederação Brasileira de Clubes – CBC vem com muita alegria comunicar que no dia 09/01/2014, foi publicada no Diário Oficial da União – D.O.U., a Portaria nº 1, do Ministério do Esporte, que dispõe sobre os limites de utilização de recursos financeiros para custeio das despesas administrativas para formação de atletas olímpicos e paraolímpicos, concluindo assim os atos governamentais que permitirão a liberação dos recursos.

A maior conquista da história do segmento clubístico, a Nova Lei Pelé, que repassa à CBC o correspondente a 0,5% de toda a verba arrecadada nos concursos de prognósticos, loterias federais e similares, com destino único e exclusivo para formação de atletas olímpicos e paraolímpicos, além de inserir e reconhecer a CBC ao lado do Comitê Olímpico Brasileiro – COB e Comitê Paraolímpico Brasileiro – CPB no Sistema Nacional do Desporto, passando a representar o seu subsistema: os clubes esportivos sociais de formação de atletas olímpicos e paraolímpicos, iniciou-se há 9 (nove) anos:

No dia 15/03/2004, o Ministro do Esporte Agnelo Queiroz publicou a Portaria  24/2004, que criava a Comissão dos Clubes Esportivos Sociais, presidida pelo então presidente da CBC Arialdo Boscolo, sendo que uma das suas principais funções seria propor ações direcionadas à formação e o desenvolvimento de atletas.

Em 06/05/2005, o Poder Executivo encaminhava ao Congresso Nacional o Projeto de Lei – PL 5.186/05, propondo alteração na Lei do Desporto (Lei 9.615/98 – Lei Pelé).

Com um trabalho árduo, feito com obstinação e foco, a CBC participou de todas as audiências públicas, reuniões na Comissão de Turismo e Desporto, audiências com lideres partidários e com os relatores do PL na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.

Em novembro de 2010 o PL foi votado e aprovado na Câmara dos Deputados e também no Senado Federal, porém com emendas o que fez com que o mesmo retornasse à Câmara.

No mesmo mês de novembro o Congresso Nacional apreciava a Medida Provisória MP 502/10, sendo que os relatores eram os mesmos do Projeto de Lei 5.186/05 e, com o apoio do Ministro do Esporte Orlando Silva, houve um acordo para incluir no relatório da MP o texto do projeto aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.

Em fevereiro de 2011, com o apoio maciço dos presidentes dos clubes formadores filiados à CBC, obtivemos a votação favorável do relatório da MP 502/10 pelo Congresso Nacional.

Em 16/03/2011, a Presidente da República Dilma Roussef sancionou o texto com a edição da Lei 12.345/11, que alterou a Lei 9.615/98 (Nova Lei Pelé), que seria posteriormente regulamentada.

Em 29/12/2011, foi sancionada a lei que aprovou um crédito especial do Orçamento da União para repassar os recursos do Ministério do Esporte para a CBC.

No dia 08/04/2013, após um trabalho exaustivo junto aos poderes Legislativo e Executivo, foi assinado pela Presidente da República o Decreto nº 7.984/13, que regulamenta a Lei 9.615/98, que possibilitou à CBC receber os recursos diretamente da Caixa Econômica Federal.

O Decreto nº 7.984/2013 estabelece que a CBC teria cento e vinte dias de prazo para publicar no D.O.U. o regulamento de descentralização de recursos e o regulamento de compras e contratações.

Em 13/07/2013, durante a realização do Simpósio Nacional de Dirigentes e Profissionais de Clubes foi realizada a Assembleia Geral Extraordinária, em que na apreciação da proposta da Diretoria da CBC e dos destaques dos clubes, houve a aprovação unânime da redação final do Regulamento de Descentralização de Critérios e Limites para Despesas Administrativas.

Em 24/07/2013, foi constituída a Câmara Técnica da CBC, para formalizar a proposta de política de utilização dos recursos para a formação de atletas, com os seguintes membros: Secretário Nacional de Esporte de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, Presidente do Comitê Olímpico Brasileiro - COB, Presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro – CPB, Presidente da Confederação Brasileira do Desporto Escolar – CBDE, Presidente da Confederação Brasileira do Desporto Universitário – CBDU,  Presidente do Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte – CBCE, Presidente do Conselho Federal de Educação Física – CONFEF, Presidente da Comissão Nacional dos Atletas - CNA, Presidente da ONG Atletas pela Cidadania, Presidente do Fórum Nacional de Secretários Estaduais de Esporte e Lazer, Presidente da Associação dos Secretários de Gestores Municipais de Esporte e Lazer - ASMEL, Presidente da FENACLUBES, Diretor de Formação de Atletas Olímpicos e Paraolímpicos da CBC.

No dia 06/08/2013, foi publicado no D.O.U. as Instruções Normativas – INs nº 1 e 2, juntamente com o Regulamento de Descentralização de Recursos e o Regulamento de Compras e Contratações da CBC.

Em 19/11/2013, foi feita a publicação no D.O.U. da Instrução Normativa – IN nº 03, juntamente com o Regulamento de Cadastro Geral de Entidades de Prática Desportiva – EPDs filiadas à CBC, que permitirá o diagnóstico das instalações e das modalidades praticadas pelos clubes.

Finalmente em 03/01/2014, o Ministro do Esporte Interino, João Luiz dos Santos Santos, assinou a Portaria nº 1, que dispõe sobre os limites de utilização de recursos financeiros para custeio das despesas administrativas para formação de atletas olímpicos e paraolímpicos.

Em 04/04/2014, foi feita a publicação no D.O.U. da Instrução Normativa – IN nº 04, juntamente com o Regulamento de Critérios e Limites para Despesas Administrativas, a serem realizados com os recursos da Nova Lei Pelé.

Em 05/06/2014, publicamos no Diário Oficial da União os primeiros editais de Chamamento Interno de Projetos.

Registramos nossos agradecimentos ao Ministro do Esporte Aldo Rebelo que, com muita serenidade, deu total apoio e tranquilidade para que a CBC aguardasse todos os atos e normativas legislativas, permitindo que a Diretoria mantivesse a política rigorosa de transparência nos procedimentos, para que os recursos públicos para formação de atletas olímpicos e paraolímpicos sejam definitivamente utilizados em prol do esporte de base do Brasil.

MAIS UM GRANDE PASSO DO SEGMENTO CLUBÍSTICO. UNIDOS SOMOS MAIS FORTES.

Fonte: Portal Nova Lei Pelé - Confederação Brasileira de Clubes






terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Prefeitura sorteia apartamentos do conjunto habitacional Zilda Arns

 


Imóveis serão ocupados por famílias que perderam as casas nas chuvas de 2010

16/12/2014 - “Não acreditei quando recebi a ligação. Senti um alívio. Finalmente a nossa vida vai recomeçar”, disse a dona de casa Patrícia Antunes, 38 anos, ao receber o certificado que registra o bloco e o apartamento em que irá morar com o marido e o filho de 4 anos, no Conjunto Zilda Arns, na Teixeira de Freitas, Zona Norte de Niterói. Patrícia e outras famílias que perderam as casas nas chuvas de 2010 participaram na tarde desta terça-feira (16.12) do sorteio dos blocos e dos apartamentos do empreendimento imobiliário no ginásio do Caio Martins.

Patrícia morava na localidade conhecida como Belarmino, no Caramujo. Ela, assim como um irmã e um irmão, perderam as casas no temporal. “Minha casa ficou soterrada. Foi Deus quem nos salvou. Na época meu filho estava com apenas 2 meses. Perdemos tudo, ficamos apenas com a roupa do corpo. De lá pra cá já morei em casa de parentes e depois em dois outros lugares que pagamos com o aluguel social. Agora terei minha casa. Estou muito feliz e aliviada”, afirma a dona de casa, que vai morar no bloco 1, apartamento 501, do conjunto Zilda Arns 2.

O desempregado Antônio Carlos de Oliveira, 57 anos, também comemorou. Ele é o futuro morador do apartamento 508 do bloco 1, do Zilda Arns 1. Foram quase cinco anos esperando, agora virou realidade. Não vejo a hora de mudar para o novo aparamento”, disse Antônio, que após perder a casa no Morro da Caixa D’Água, no Fonseca, morou com outros desabrigados no 3º BI.

Os conjuntos habitacionais Zilda Arns 1 e 2 vão receber 374 famílias, grande parte que ficou desabrigada após as chuvas de 2010, entre elas 84 que moraram no 3º BI. Outras 19 famílias viveram no prédio abandonado conhecido como “esqueleto da Riodades”. A entrega dos apartamentos do empreendimento está prevista para o final de fevereiro.

A secretária Executiva da Prefeitura, Maria Célia Vasconcellos, destacou que o sorteio dos apartamentos e dos blocos é um marco histórico para a cidade e representa anos de luta dos moradores por mais dignidade.


"A atual gestão da Prefeitura está retomando algo que há muito tempo estava perdido em Niterói: a política habitacional para quem mais precisa. E para isso, estamos contando com o apoio da presidenta Dilma Rousseff. A dignidade destas pessoas é um bem precioso para o nosso governo. São moradores com histórias diferentes, mas que passaram por momentos difíceis. Esperamos que o conjunto Zilda Arns seja um espaço de paz, desenvolvimento e crescimento para todos", afirmou.

O secretário municipal de Habitação e Regularização Fundiária, Marcos Linhares, disse que a data de hoje é muito especial. "O grande dia está chegando. A população terá um empreendimento com segurança e qualidade. É motivo de orgulho não só para o poder público, mas para os moradores que terão seu próprio cantinho e o local para seus filhos brincarem e se divertirem", disse.

O superintendente nacional de Habitação da Caixa Econômica Federal, Geraldo Gama, orientou os beneficiados para não venderem os imóveis porque será um patrimônio que poderão deixar para filhos e netos. "O empreendimento é motivo de muito orgulho e que finalmente será entregue depois de muitos anos de luta", destacou.

Serviços e orientações

Antes da realização do sorteio dos blocos e apartamentos, representantes da Prefeitura de Niterói, da Caixa Econômica Federal (CEF) e da Construtora Imperial se reuniram com os futuros moradores dos conjuntos Zilda Arns 1 e 2 para prestar importantes esclarecimentos.

A gerente regional do Leste Fluminense da CEF, Mônica Coutinho, disse que 60 dias após a assinatura dos contratos dos apartamentos, os moradores vão receber um cartão no valor de R$ 5 mil para a compra de móveis e eletrodomésticos, podendo pagar em até 60 vezes.

Representantes da Secretaria de Saúde informaram que a unidade de saúde mais próxima do empreendimento, a do Baldeador, será transformada em um Posto do Médico de Família (PMF). A partir daí, as equipes irão até o conjunto e vão cadastrar todos os moradores. Serviços de atenção básica e que não são cobertos pelo PMF serão encaminhados para a Policlínica da Engenhoca.

O presidente da Fundação Municipal de Educação (FME), José Henrique Antunes, disse que no caso de alunos da rede municipal menores de 12 anos e que continuarão estudando longe do local de moradia, a família poderá solicitar o Riocard Acompanhante. Segundo ele, a FME também prestará todas as orientações sobre transferências.

A CEF informou ainda que, após os moradores estarem instalados, vai prestar orientações sobre geração de trabalho e renda, educação sanitária, ambiental e patrimonial, além de dar apoio à gestão condominial.
 
Os conjuntos habitacionais

O conjunto Zilda Arns 1 terá dois blocos com 40 apartamentos, um deles com três imóveis destinados a portadores de necessidades especiais. O conjunto 2 contará com sete blocos com 40 imóveis, três deles com 11 apartamentos para deficientes.

O empreendimento terá quatro churrasqueiras, dois salões para eventos, uma quadra poliesportiva coberta, campo de futebol com grama sintética, rampas de acessibilidade, estação de tratamento de esgoto, além de estacionamento para 91 vagas (Zilda Arns 2) e 30 (Zilda Arns 1). Os conjuntos são destinados à famílias da faixa 1, que ganham até R$ 1,6 mil.

Os moradores receberam um kit informativo com carta de boas vindas, cartilhas com orientações para contratação e para morar e viver em condomínio, folder sobre trabalho social, minuta de contrato, convenção de condomínio, regimento interno e planta do apartamento.

Participaram também da palestra os secretários municipais de Assistência Social e Direitos Humanos, Bira Marques, de Educação, Ciência e Tecnologia, Flávia Monteiro de Barros, a vereadora Verônica Lima, além de representantes da Federação das Associações de Moradores de Niterói (Famnit) e da Subsecretaria de Transportes da Prefeitura.

Fonte: Prefeitura de Niterói


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Niterói dá as boas-vindas aos participantes da Copa Brasil de Vela




16/12/2014 - O vice-prefeito de Niterói, Axel Grael, participou na noite da segunda-feira (15.12) do coquetel de abertura da Copa Brasil de Vela, que está sendo disputada pelo segundo ano consecutivo na Praia de São Francisco, em Niterói. O evento esportivo reúne velejadores de diversos países até o próximo dia 20.

Grael deu as boas-vindas aos participantes. "Temos muito orgulho e um carinho muito grande por esse evento, que foi concebido para aproximar as competições esportivas dos festivais que ocorreram no passado", afirmou o vice-prefeito.

O secretário municipal de Esporte e Lazer, Bruno Souza, destacou que fazer de Niterói a cidade da vela está no planejamento da atual gestão da prefeitura para os próximos 20 anos. "Nossa cidade tem uma grande representatividade nesse esporte e um evento como esse aproxima o público do esporte olímpico. Nossa cidade é a que mais receberá países no momento pré-olímpico. Estamos muito orgulhosos", disse Bruno Souza.

Durante o evento, Karla Xavier, viúva de Carlos Alberto Parizzi, subsecretário de Esporte que faleceu em setembro, recebeu uma homenagem. Parizzi foi um dos idealizadores da Copa Brasil de Vela.

Fonte: Prefeitura de Niterói





MARTINE GRAEL / KAHENA KUNZE E ARTHUR ZANETTI VENCEM O PRÊMIO BRASIL OLÍMPICO



Clique a imagem para assistir ao vídeo.


MARTINE GRAEL / KAHENA KUNZE, EM UNIFORME DA MARINHA, BATEM CONTINÊNCIA APÓS O ANÚNCIO DO PRÊMIO BRASIL OLÍMPICO.

  • Após um ano quase perfeito, em que venceram quase todas as principais competições na mais competitiva categoria da vela olímpica,
  • Após terminar o ano como as primeiras do Ranking Mundial da ISAF - Federação Internacional de Vela,
  • Após serem escolhidas as Melhores Velejadoras do Ano pela ISAF,
As velejadoras fecham o ano com chave de ouro, conquistando o PRÊMIO BRASIL OLÍMPICO, do Comitê Olímpico Brasileiro.

COMO TIO E PADRINHO, ESTOU MUITO FELIZ COM A VITÓRIA DA MINHA QUERIDA MARTINE GRAEL E KAHENA KUNZE. Parabéns Torben, Andrea Soffiatti, Marco e todos os familiares da Kahena. Parabéns ao Rio Yacht Club - Sailing. Parabéns a Niterói.

MUITA EMOÇÃO. MUITO ORGULHO!!!

Assista ao vídeo com o anúncio dos vencedores.


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SAIBA MAIS SOBRE OS RESULTADOS DE MARTINE E KAHENA.

JORNAL NACIONAL: Velejadoras Martine Grael e Kahena Kunze são eleitas melhores do mundo
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É OURO!!! MARTINE GRAEL E KAHENA KUNZE SÃO CAMPEÃS MUNDIAIS
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